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domingo, 20 de abril de 2014

Empate contra Sport já tira dois pontos do Santos

Não tem volta. No primeiro jogo do Brasileirão, o Santos já desperdiçou dois pontos na Vila Belmiro. O empate em 1 a 1, contra o Sport, é um resultado ruim para o Peixe, pois jogo em casa é para somar três pontos, principalmente com adversário de mediano para fraco. Há quem diga que uma vitória fora compensa, acho até que ameniza, mas que farão falta os pontos desperdiçados hoje, isso é certo.


Demorou Oswaldo de Oliveira para tentar fazer alguma coisa diferente. Saiu para o intervalo de jogo, empatando sem gols, e sem apresentar um futebol convincente. A dupla que transmitiu o jogo pela TV a cabo, narrador e comentarista, insistia em dizer que o Santos esteve soberano. Acho que só demonstraram a falta de apuração que assola a imprensa esportiva do país. Deviam estar, pelo monitor, assistindo outro jogo.

Essa demora do treinador, que não é sua exclusividade, deixou o tempo passar sem que o time pudesse incendiar a torcida e a si mesmo. Alguma coisa era preciso fazer no intervalo, e, se ia dar resultado é outra história. O treinador tem obrigação de socorrer a equipe, e não ter medo de sacar os medalhões. Cícero e Thiago Ribeiro não fizeram nada de bom, capaz de confirmar a fama de experientes e importantes ao time. Hoje isso não aconteceu.    

Leandro Damião merece um parágrafo separado. É candidato fortíssimo para ser o cara que vai irritar a torcida até dezembro. Ele tem uma enorme dificuldade de dominar a bola, condição essencial para qualquer um que esteja na profissão. Sem domínio, sem passe, e com definições ridículas aos lances em que participa, deve ser apontado como a maior decepção do time santista. Se valeu milhões, não é da minha conta, mas que o valor de sua contratação deixa o treinador desconfortável para deixá-lo no banco, isso deixa.

Essa decantada mescla de experientes e jovens valores, acho que não pode ser aplicada na Vila Belmiro. Me parece que aqui, na Vila, há uma exceção à regra. Os meninos da base têm resolvido melhor as coisas, apesar de que hoje Geuvânio passou da conta e irritou um pouco a torcida com suas desnecessárias "penteadas" na bola.

Sábado próximo, o Santos joga em Curitiba, contra o Coritiba, e não vejo favoritismo para ninguém. Ao Santos resta pensar que cada jogo é uma decisão, e na primeira já tropeçou. Com uma semana inteira pela frente, Oswaldo de Oliveira pode pensar em alguma formação diferente, sem Thiago Ribeiro, que tem rendido muito pouco e deve ficar no banco, claro se o treinador tiver coragem. Na lateral esquerda também há outro problema. Mena não é melhor que o jovem lateral da base. E será sorte do Brasil, se na Copa do Mundo, o escrete canarinho cruzar com o Chile. Neymar e Cia. vão deitar e rolar em cima do lateral santista.  

Cicinho foi o melhor jogador do Peixe no empate em 1 a 1 contra o Sport

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Classificado! O "x" da questão santista.

Oportuno lembrar que,  a grafia correta para a palavra "misto", deve sempre, segundo a ortografia de nossa língua, ser com "s", nunca com "x". Então, o Santos, que tem dois "esses", tratou de esclarecer tudo, no campo, contra o Mixto, com "x".

 

Classificado para fase seguinte da Copa do Brasil,  o que mais importa para o clube da Vila Belmiro, agora, é seguir tranquilo com o bom trabalho que tem sido feito até aqui. Alguns falaram em crise, após a decisão do campeonato paulista, no domingo, como se chegar a uma disputa de título fosse senha para "crise". Muitos falam demais.

Qual a diferença do time do Mixto para o Ituano? Acho que quase nada. Ocorre que o futebol tem suas surpresas, nada mais. Ontem, sem a tal surpresa, o Santos foi soberano e venceu com folga o time de Mato Grosso, embora tenha terminado o primeiro tempo em igualdade. Bastou um pouco de lucidez aos atletas do Santos, e o placar se confirmou para o alvinegro praiano.

Essa lucidez é que o time de Oswaldo de Oliveira vai ter que usar no Brasileirão. Não tem bicho papão esse ano. Meia dúzia de times em condições semelhantes vão disputar o título. A dupla mineira, a dupla gaúcha, e mais uns dois times pelo Brasil todo, e o Santos está credenciado para, pelo menos, estar no chamado G-4. Basta ter foco, como dizem os jogadores, e aproveitar o fator Vila Belmiro, onde o Peixe pode assegurar a maior parte de pontos da competição.

E no domingo já tem jogo, na Vila. Santos e Sport, jogo que já é uma decisão, como todos serão. É preciso compreender que em pontos corridos, não se pode deixar o melhor resultado para depois. Pode fazer falta lá em dezembro. Acredito que o time do Santos vá retomar o caminho do ataque, característica peixeira, e só assim fugir de empates, que não credenciam ninguém ao título. Almejar a vitória, sempre, é o caminho menos perigoso, e que eventuais tropeços sejam circunstâncias aceitáveis, que a todos podem atingir.

Voltando ao "x" da questão, no Brasileirão, o que importa na longa campanha é a regularidade. E para ter regularidade, é preciso ter elenco equilibrado, em quantidade e qualidade. Oswaldo de Oliveira, com sua calma, pode tirar dos meninos do Santos, a colaboração na dose certa para, junto com os mais experientes, levar o Santos a uma excelente campanha, tanto na Copa do Brasil como no Brasileirão.  

Gabriel,  em noite de Gabigol, fez dois contra o Mixto

domingo, 13 de abril de 2014

Na véspera de completar 102 anos, Santos vacila na decisão por pênaltis

O Santos foi incompetente durante 180 minutos, e permitiu ao Ituano sagrar-se campeão paulista. O vice campeonato santista, na véspera do aniversário do clube, deixou uma sensação de ter recebido um presente de 1,99.


Não será uma segunda-feira como o santista imaginava. A festa de aniversário do clube da Vila Belmiro será frustrante, afinal, a torcida lotou o Pacaembú, o time venceu o jogo por 1 a 0, mas na decisão por pênaltis, o Ituano levou a melhor. Nas duas partidas, não há o que reclamar. O time do interior foi melhor na maior parte dos jogos. O meio de campo santista não apareceu para abastecer o ataque. A bola transitava, da defesa até os atacantes, sempre de forma aérea, com tentativa de ligação direta, pouco, muito pouco para um time grande como o Peixe.

Assim, o Ituano se garantiu na sua valentia, e apostou nos erros do Santos. Deu certo. Com o regulamento debaixo do braço, Doriva se consagrou, levando um candidato a rebaixamento, ao topo da competição. Coisas que não acontecem no vôlei, nem no basquete, mas no futebol isso acontece de vez em quando. Jogar defensivamente, é uma estratégia que permite, no futebol, conseguir êxito nas partidas. Ao Santos restou o consolo que foi bem, até os três jogos finais, sim, porque na semifinal também teve apuros para superar o Penapolense.

Se ficou ruim para o Santos, o que dizer para Palmeiras, São Paulo e Corínthians? O chamado trio de ferro ficou pelo caminho, então, o vice santista entra sim para as  estatísticas da Federação Paulista de Futebol. Aliás, a torcida santista não pode se queixar. Nos últimos nove anos, foram cinco títulos conquistados, e três vices. Não é para qualquer clube.

Agora, ficou claro, apesar do forte ataque que o Santos mostrou até o jogo contra a Ponte Preta, que o time precisa de ajustes para o Campeontao Brasileiro. Mena, não é o lateral que vai fazer diferença para o Santos, e o caríssimo (no valor), Leandro Damião, deu provas que pode ser substituído por um cone. Não consegue dominar a bola no mais simples dos passes. Vive de expectativa de um cabeceio, só. Muito pouco para a camisa nove alvinegra.

Já na quarta-feira, na Vila, tem o jogo de volta da Copa do Brasil, contra o Mixto de Cuiabá. Lá, na Arena Pantanal, o jogo ficou empatado sem gols, então é bom abrir o olho, pois empate com gols aqui, o Peixe fica fora. Vamos ver se a diretoria acorda, e faça alguma promoção de ingressos, pois, com a frustração de hoje, no Pacaembú, é provável que o público não passe de três mil pessoas.

Se resta  consolo, o santista pode se orgulhar de ter feito a melhor campanha, com dez pontos a frente do campeão, além de um caminhão de gols de vantagem. Alíás, vantagem que torna o regulamento, aceito por todos, incompreensível. Quem tem a melhor campanha, fica só com o benefício de jogar a decisão em casa, mas a final é mando da Federação. Então, que vantagem é essa? Também, como "compensação" por ter conseguido melhor campanha, em caso de igualdade nos jogos finais, pênaltis. Pode? E se não bastasse, o árbitro escolhe, para cobrança dos pênaltis, o lado em que a torcida do Ituano se concentrava. Isso sim que é "premiar" os melhores.

Geuvânio não brilhou nas finais, mas foi a revelação do Paulistão 2014

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Santos precisa provar que é mesmo o time da virada

No canto da torcida, o Santos é o time da virada. Mas o time vai precisar provar que o grito da galera não é só da boca pra fora. Ontem, no Pacaembú, o Peixe fez a pior partida em 2014, e de nada adiantou poupar os principais jogadores no meio de semana, pela Copa do Brasil. Do goleiro aos atacantes, ninguém, absolutamente ninguém se salvou. O Ituano fez o óbvio. Se defendeu, como fez em todo o campeonato, e arriscou quando pode. Até quando vai dar certo?

Será o Ituano um novo São Caetano? Claro que não. De tempos em tempos alguém surpreende, mas há limites para o improvável. Achar que o time de Itú vai ficar sem sofrer gols eternamente, certamente só na cabeça da torcida interiorana. Também não podemos confirmar que o Santos ficará repetidamente jogando de forma equivocada, errando muitos passes, e principalmente sem chegar às redes adversárias. Se o Ituano tem a melhor defesa, o time da Vila Belmiro tem o melhor ataque. Mas o Peixe precisa confirmar no segundo jogo da final do Paulistão 14.

Dia 13, domingo próximo, véspera do clube alvinegro  completar 102 anos, a torcida santista pode esperar um Santos diferente. Ontem todos estiveram fora de suas atuações normais, e com mais noventa minutos, a festa de Itú, muito justa, termina onde começa a santista. Qualquer resultado que não seja vitória santista, sem pênaltis para decidir, contraria o entendimento mínimo sobre as coisas do futebol. Ituano campeão seria uma exceção, dessas seculares.

A torcida vai lotar novamente o Pacaembú, para ver o Ituano  adotar a mesma postura, se defendendo com dez e atacando com dois homens.  E o Santos? Vai precisar explorar melhor as jogadas com os laterais, trocar passes com correção, e, sobretudo, ter seus principais jogadores em tarde inspirada. Geuvânio e Cícero são os principais elementos que podem fazer a diferença em campo.


Agora, torcedor santista, é segurar a onda dos torcedores adversários durante a semana, e não seria diferente se o Santos  estivesse fora da final. O torcedor do Peixe faria o mesmo. Então, é concentração total para domingo, afinal São Caetano e Santo André já dificultaram também em finais recentes. Lembram como acabou? Santos campeão. 

Torcida santista espera fazer valer seu grito. Santos, o time da virada!

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Mistinho frio pode complicar Peixe na Copa do Brasil

É difícil  entender os dirigentes e comissões técnicas dos clubes de futebol do Brasil. Todos cantam em verso e prosa, que o objetivo fundamental é participar da Libertadores. Pela visibilidade, pelas possibilidades de maior receita, enfim, por tudo que já sabemos. Então, chega o momento da Copa do Brasil, o chamado caminho mais curto para o torneio continental, e os clubes "se preservam" para disputar finais de campeonatos regionais?

Primeiro, a Copa do Brasil está acima dos regionais, por toda sua importância, e segundo, não dá para acreditar que os titulares do Santos não conseguiriam jogar ontem contra o Mixto, e no domingo contra o Ituano na primeira partida da decisão do Paulistão. Os treinadores gostam muito de inventar, e darem o ar de suas graças nestes momentos. Ora, é time principal em todos os jogos e ponto final.

Agora, o resultado de ontem, empate sem gols na Arena Pantanal, pode sim comprometer a trajetória do Santos na Copa do Brasil. Por não ter feito gol fora de casa, na volta, dia 16, na Vila Belmiro, o Santos pode encontrar dificuldades caso o Mixto faça algum gol. Apostar que o Santos ganhe fácil do Mixto, e até aplique um placar folgado, seria óbvio, mas o futebol prega algumas surpresas de vez em quando. É bom tomar cuidado. 

Caso a desclassificação ocorra, seria muito danoso ao Santos, neste caso quem paga a conta, moral e financeira? Os dirigentes gostam de dar palpite onde não precisa, mas neste momento jogar com todos os principais jogadores deveria ser palavra de ordem ao treinador, goste ou não de "interferências". Quem manda no clube? Aliás, se perguntar para os jogadores, todos dirão que preferem jogar todas as partidas, mas que respeitam a decisão do treinador. A mesmice é uma doença no futebol!

Oswaldo de Oliveira pode ter comprometido o Santos na Copa do Brasil

domingo, 30 de março de 2014

Santos "penou", mas título paulista ficou de bandeja

Contra o Penapolense o Santos sofreu, mas teve capacidade de espantar a zebra e chegar a sexta final seguida de Paulistão. No outro jogo, o Ituano surpreendeu o Verdão, e assim o título de 2014 pode vir para Vila de bandeja.


Se pudesse escolher adversário para decidir um título, claro, o mais fraco seria o ideal. E o Palmeiras tratou de fazer a "escolha" para o Santos, ao não conseguir passar pelo Ituano. Claro que o futebol apronta suas surpresas de vez em quando, mas que em dois jogos o Santos não consiga levar mais um título paulista, já seria demais.

Contra o Penapolense o Santos não esteve bem, pelo menos no primeiro tempo, e em duas falhas permitiu o time de Penápolis levar a vantagem de 2 a 1 para o intervalo. No retorno, a chuva forte tinha tudo para transformar a tarefa do Santos mais difícil. Mas o time teve equilíbrio e pressionou sem ficar desordenado. Atacou com organização, e mesmo com as conclusões equivocadas de Leandro Damião, as alterações de Osvaldo de Oliveira ajudaram. Rildo entrou muitíssimo bem, e transformou o jogo. De seus pés saiu o lance para Leandro Damião, de cabeça, empatar em 2 a 2. 

Quando os pênaltis pareciam ser o destino da decisão, Stefano Yuri, com três minutos em campo, decidiu o placar para o Santos. Bom passe de Thiago Ribeiro e conclusão perfeita. Santos 3 a 2, e a chance de conquistar o sexto título em nove anos. Em 2006 e 2007, o Peixe foi bi, em 2010, 2011 e 2012, foi tri, e agora pode se firmar como o maior vencedor recente de títulos estaduais.

Cícero marca e corre para comemorar. Peixe na final
Na média de hoje, os jogadores do Santos não estiveram bem, mas a superioridade em relação ao Penapolense, de Narciso, tratou de deixar as coisas em seu devidos lugares. E quem tem mais talento em várias posições, sempre tem a possibilidade de superar as dificuldades. O bom chute de Cícero, o arranque de Rildo, o certeiro cabeceio de Leandro Damião e a estrela de Stefano Yuri, revelaram as diferenças em favor do Santos.

Com o chamado "trio de ferro" fora (de novo) da decisão, é provável que a Federação confirme os dois jogos finais para o Pacaembú. Primeiro porque o estádio Roveli Junior, em Itú, temporariamente está liberado somente para oito mil pessoas, e, claro, esperando melhor arrecadação, a diretoria santista deve concordar com isso. Fosse o Palmeiras, a segunda partida certamente seria na Vila.

Agora é pensar na quarta-feira, na estréia na Copa do Brasil, contra o Mixto, na Arena Pantanal. O jogo não deve atrapalhar o Santos na decisão Paulista, pelo contrário, pode até servir para ajustes no time, já que Mena e Cicinho estão suspensos com cartões amarelos. Acho até que dá para eliminar o chamado jogo de volta, com placar mínimo de dois gols de diferença.   

quinta-feira, 27 de março de 2014

Uma ponte para a semi

Os primeiros vinte minutos da etapa inicial, ontem na Vila Belmiro, mostraram um jogo complicado, com muitos erros de passes, e maior tempo de posse de bola por parte da equipe de Campinas. A Ponte Preta chegou mesmo a assustar em dois lances, mas a eficiência do ataque santista tratou de colocar as coisas no lugar.


Festa dos meninos na Vila. Peixe atravessou a ponte rumo à semi
Um escanteio bem cobrado por Geuvânio encontrou o desvio do zagueiro santista Neto. A defesa pontepretana se atrapalhou, e a bola sobrou limpinha para Cícero dar tranquilidade ao time e a torcida. Daí para frente o Santos esteve mais soberano, e a cada ataque levava perigo ao time dirigido por Vadão. Assim, com o jogo controlado, o Santos foi para o vestiário sabendo que a Ponte Preta viria para o tudo ou nada no segundo tempo.

Não deu outra. Mas jogar aberto contra o jovem time santista é loucura. Gabriel, Geuvânio e Diego Cardoso confirmaram esse risco. Santos 4, Ponte Preta 0. E cabia mais. Osvaldo de Oliveira parece que encontrou o equilíbrio necessário para uma equipe de futebol. Juventude, experiência e comprometimento com o resultado. O resto, gols e placares dilatados, são uma consequência de uma fórmula ideal de jogo.

Agora, na semifinal do Campeonato Paulista, o Peixe vai enfrentar o Clube Atlético Penapolense. Na verdade foi a única equipe que derrotou o Santos na fase de grupos. E bem, pois conseguiu fazer quatro gols. Ontem, no Morumbi, o Penapolense aprontou mais uma. Venceu nos pênaltis o tricolor paulista. Mas agora acho que os minutos de fama da equipe de Penápolis se esgotaram.

No próximo fim de semana, na Vila, o Santos deve passar com relativa tranquilidade para mais uma final de Paulistão. Mesmo com o propósito de jogar fechado, o time dirigido por Narciso não deve oferecer tanta resistência à nova versão dos meninos da vila. Com empenho e seriedade, arrisco dizer que mais uma goleada está por acontecer.


O time vai bem, mas a diretoria também precisa colaborar. Ontem, por exemplo, mais uma vez vimos muitos lugares desocupados no estádio. Tanto arquibancadas, como camarotes, cadeiras e sociais mostraram o amadorismo de nossos dirigentes. Um jogo importante como ontem, em horário dos mais recomendados, e não consegue lotar Urbano Caldeira, alguma coisa tem de errado. A começar pelo preço dos ingressos, ainda muito salgados. Precisamos trocar os “vendedores de ingressos” pelos “promotores de espetáculos”. Se não profissionalizar a organização do espetáculo, nunca haverá público interessado.  

domingo, 23 de março de 2014

Peixe confirma campanha e é "campeão" da 1a. fase

Se o Paulistão fosse disputado em pontos corridos, o Santos teria sido, hoje na Vila Belmiro, mais uma vez campeão. Bateu um adversário forte, usando muitos garotos da casa, marca registrada do Peixe 


Mas o regulamento não é assim. Portanto, o mérito de ter chegado na frente de todos os demais, apenas dá a vantagem ao Santos de ir disputando as decisões na Vila Belmiro. A começar por quarta-feira próxima, contra a Ponte Preta, quando se espera vitória sem sustos. Empate dá a oportunidade ao time campineiro de aprontar alguma na cobrança de pênaltis. 

Seguindo adiante na semifinal, também na Vila, o Santos pode mais uma vez enfrentar o São Paulo. E pelo histórico das últimas três semifinais, o torcedor santista pode confiar em mais uma eliminação tricolor. Mas, se o São Paulo avançar nas quartas-de-finais com vitória (portanto soma três pontos), pode não ser o adversário santista na semi. Botafogo e Ituano se enfrentam, e caso empatem e decidam nos pênaltis, qualquer um somará 29 pontos.

Sendo assim, a quarta pior campanha entre os semifinalistas, pode mudar de dono. Há também uma mínima chance do Bragantino eliminar o Palmeiras. Neste caso, o time de Bragança Paulista somaria 26 pontos, e se tornar o adversário santista. Tudo é hipótese. O Peixe precisa fazer sua parte, principalmente com apoio do torcedor e a força do Alçapão. Comportando-se bem, não precisa ficar ansioso pelo adversário que enfrentará. Basta repetir os bons jogos, com excelente média de gols.

Hoje, na vitória por 2 a 1 contra o Verdão, o Santos mesmo com quatro atacantes não correu muito risco na defesa. Isso se deve a forte marcação dos atacantes, já na saída de bola alviverde. Sem opção de jogada, a defesa palestrina precisou dar chutões, facilitando as coisas para o time comandado por Osvaldo de Oliveira. O time alvinegro esteve uniforme. Todos estiveram bem, mas Geuvânio, mais uma vez merece destaque. Suas assistências tem facilitado as coisas em favor do Santos.

Agora, contra a Ponte Preta, devem retornar Cicinho, Arouca, Cícero e Leandro Damião, deixando o time mais forte e competitivo. E se o Santos chegar até final de novo, será a sexta vez seguida, fato marcante, pois mesmo o Paulistão não tendo o glamour de outras épocas, não é nada fácil conquistá-lo. Parece que 2014 começa bem para o Peixe. É só fazer valer o favoritismo que leva, principalmente jogando na Vila Belmiro.

Não deu para o penta campeão Lúcio. Thiago Ribeiro fez o segundo gol

FICHA TÉCNICA - SANTOS 2 X 1 PALMEIRAS
Local:
 estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 23 de março de 2014, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Público: 12.179 pagantes
Renda: R$ 369.066,00
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP)
Assistentes: Carlos Augusto Nogueira Junior e Danilo Ricardo Simon Manis (ambos de SP)
Assistentes adicionais: Marcelo Rogério e Philippe Lombard (ambos de SP)
Cartões amarelos: Gabriel, Alison, Bruno Peres e Neto (Santos); Valdivia e Eguren (Palmeiras)
Gols
SANTOS: Neto, aos 24, e Thiago Ribeiro, aos 35 minutos do primeiro tempo
PALMEIRAS: Alan Kardec, aos 43 minutos do segundo tempo
SANTOS: Aranha; Bruno Peres, David Braz, Neto e Mena; Alison (Lucas Otávio), Alan Santos e Gabriel (Lucas Lima); Geuvânio (Diego Cardoso), Thiago Ribeiro e Rildo
Técnico: Oswaldo de Oliveira

PALMEIRAS: Bruno; Bruninho, Tiago Alves, Lúcio e Juninho; Eguren (Felipe Menezes), Marcelo Oliveira e Valdivia; Bruno César (Patrick Vieira), Leandro (Vinicius) e Alan Kardec
Técnico: Gilson Kleina

segunda-feira, 10 de março de 2014

Oswaldo de Oliveira não entra na euforia da torcida

Após mais uma goleada, o treinador do Santos, Oswaldo de Oliveira espera que a equipe do Peixe não entre no tradicional clima de “oba-oba”. Na Vila Belmiro foram sete jogos e sete vitórias, sendo quatro goleadas, contra Corinthians, Botafogo, Bragantino e Oeste.


“Temos que reconhecer que nem todos os jogos vamos conseguir fazer grande número de gols. Temos que estar preparados para uma situação adversa também, e esse foi o maior exemplo. Vejo o Santos amadurecendo, buscando uma condição cada vez melhor”, disse o comandante.


Apesar das boas exibições dos jovens jogadores do Peixe, o treinador santista prefere ter cautela para falar sobre as promessas. “O resultado foi bom, mas pode criar uma situação com a qual nós precisaremos lidar no futuro. Os garotos são pessoas diferentes e irão evoluir conforme suas características”, afirmou Oswaldo.


Por fim, o técnico ressaltou a importância de terminar a primeira fase na primeira colocação. Atualmente, o Santos briga ponto a ponto contra o Palmeiras, equipe que enfrenta na última rodada do Campeonato Paulista. “A cada rodada essa luta contra o Palmeiras continua. Temos de ir jogo a jogo, mas nossa intenção é trazer os jogos do mata-mata para a Vila Belmiro”, finalizou.

Treinador santista evita "oba-oba" com o time de jovens
gazeta.net

sexta-feira, 7 de março de 2014

"Isso aí é o Santos?"

Os uniformes dos clubes de futebol chegaram a banalização total. Não se respeita mais as instituições. Quem ganha com isso? Está na hora dos sócios tomarem posição, e fazer valer o  estatuto dos clubes.


Assistindo, ontem, ao jogo do Santos contra o Mogi Mirim, lá pelas tantas, quase ao final, minha esposa passa em frente à TV e manda a seguinte pergunta: - Isso aí é o Santos? A indagação me fez esquecer a brilhante vitória alvinegra, e refletir. Já há algum tempo, penso que os clubes perderam o comando sobre seu próprio uniforme. São fabricantes, marcas, patrocinadores, "designers", etc. Todo mundo manda, menos o clube.

Que eventualmente se use algo diferente, em jogo amistoso, ou comemorativo, vá lá, mas constantemente ver a identidade do time ser sucumbida com aberrações de camisas cafonas, já não é legal. A pergunta de minha esposa foi direto no "x" da questão. Se ela põe em dúvida, assistindo na TV um monte de jogadores de amarelo e preto, de que seja o time do Santos, está dito tudo. Virou bagunça. E as crianças, jovens, que precisam criar um vínculo de associação com seus times preferidos, como ficam? Cada hora é uma camisa, uma cor diferente. Virou palhaçada sim.

Cadê os associados dos clubes que podem intervir? Eles podem fazer valer o estatuto do clube, porque não? No caso do Santos, é preto e branco, nada mais. E os modelos devem ser seguidos à risca, salvo uma ou outra modernização, que não confunda a representatividade das camisas. O branco total do Santos, é praticamente uma marca registrada, camisa conhecida mundialmente, completada por calções e meias brancas. Assim como são as listradas. 

A colocação de marcas de patrocinadores já não é simpática, às vezes, mas se tornaram necessária para um caixa melhor no clube. Mas dá para fazer propaganda sem alterar muito o tradicional. Basta o clube fazer valer sua autonomia. Não sei se realmente há boa receita quando se lança um uniforme diferente, mas entendo que devem ficar reservados a venda para torcida, jamais para entrar em campo. Recentemente, o Santos e outros clubes, tem homenageado a seleção, usando camisas amarelas, uma coisa ridícula para os clubes. Na verdade, a CBF algum dia homenageou o Santos usando uniforme totalmente branco? Não. Teve oportunidade em 2012, ano do centenário clube alvinegro. Nem se lembraram disso.

Então, agora terei de avisar a minha esposa, que não mudei de time. Continuo santista, preto e branco, mas roxo de raiva.

Na noite da última quinta-feira, Arouca marcou um golaço de bicicleta e sacramentou a goleada do Peixe (Foto: Ivan Storti/Santos FC)
Santos de amarelo e preto? Futebol muito bom, mas a camisa...

segunda-feira, 3 de março de 2014

Geuvânio, o novo Rivaldo?

Revelação santista recupera um estilo de jogo que ficou para trás no futebol brasileiro. Rivaldo, ex-meia da seleção, parece ter ressurgido com Geuvânio.


Comparar jogadores de futebol é sempre complicado. Muitas vezes se espera do atleta o mesmo desempenho de craques que já deixaram de jogar, e a cobrança pode prejudicar a carreira de muitos jovens. Mas esperar o mesmo desempenho é uma coisa, outra é definir uma nova promessa pelo estilo de jogo que possui. Neste olhar, podemos sim dizer que, Geuvânio, o novo camisa 10 santista, tem se destacado no time do Peixe como um jogador de características semelhantes a Rivaldo, ex-meia do Barcelona e outros clubes, além de campeão do mundo em 2002 pela seleção brasileira.

Seu jeito meio desengonçado, parece que traz nas pernas algumas articulações que outros não tem. Rivaldo, e até mesmo Toninho Cerezo, eram assim. O jeito de Geuvânio protegendo a bola e, principalmente, chutando e passando, lembram muito o atual presidente do Mogi Mirim. Há muito não se via este estilo em campo. E o resultado está aí. O jovem talento santista tem se destacado no Campeonato Paulista, e conseguiu em curto tempo se consolidar como titular no time de Osvaldo de Oliveira. Saudades de Montillo, torcedor santista? Parece que não.

Assim, com uma solução caseira, o Santos encontrou um meia diferente da mesmice que se tem por aí. Excelente domínio de bola e passe, driblador, veloz sem ser velocista, e acima de tudo, imprevisível na conclusão de jogadas. Um meia  atacante que deixa qualquer defesa confusa na marcação. Geuvânio, parece trilhar o caminho de Rivaldo, e certamente será destaque nacional quando as vitrines da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro se abrirem. É aguardar para ver.

Geuvânio. Semelhança física e no futebol de Rivaldo


domingo, 8 de dezembro de 2013

Santos encerra temporada com passeio em Goiás

Foi um passeio. Contra um Goiás que ainda tinha boas chances de vaga na Libertadores, o Peixe terminou 2013 com excelente vitória por 3 a 0. Mais quatro ou cinco pontinhos, e a vaga poderia ser santista. Claudinei deixa o comando do time com uma campanha até surpreendente 

Santos venceu o Goiás e tirou a chance do adversário de entrar no G-4
Montillo fez dois gols  contra o Goiás. Final de temporada com estilo

Em casa e diante de um 'desinteressado' Santos. Teoricamente, o Goiás tinha tudo para vencer e se aproximar da vaga à Libertadores. Mas não fez sua parte. Esteve muito e acabou sendo derrotado por 3 a 0, em pleno Serra Dourada. Com isso, deu adeus ao sonho do torneio continental. Já o rival paulista teve a despedida do técnico Claudinei Oliveira e se tornou o melhor time paulista do Brasileiro.
Com o revés, o Goiás terminou com 59 pontos e acabou sendo ultrapassado pelo Botafogo, que chegou aos 61 pontos e ficou com a quarta colocação. Agora precisa a Ponte Preta na final da Copa Sul-Americana para assegurar a quarta vaga. O Santos, por outro lado, encerra sua participação com 57 pontos em uma de suas melhores apresentações na competição.
E o início da rodada não foi nada animador para o time goiano. Logo aos 5min, Cícero fez 1 a 0 para os santistas. Não bastasse isso, os outros resultados não ajudavam. O Vitória ganhava do Atlético-MG por 2 a 0, enquanto o Botafogo abria o marcador diante do Criciúma. Com isso, o Goiás via o fim do sonho de disputar o torneio continental.
A partir daí, o time goiano sabia que precisava partir para cima. Aos 18min, Cicinho evitou o empate quase em cima da linha. Depois, aos 33min, Hugo desperdiçou uma incrível oportunidade. Não igualou e ainda foi para o intervalo com um prejuízo ainda maior. Aos 44min, Montillo marcou um belo gol e ampliou.
A torcida goiana não poupou a fraca atuação na etapa inicial e vaiou bastante. Ídolo do Goiás, Walter concordou "É uma vergonha. A torcida tem que vaiar mesmo. Não jogamos nada", disse. Restava saber qual seria o comportamento dos goianos em campo.
Mas pouca coisa mudou. O Goiás demonstrava certo nervosismo, errava passes e dava espaços para os santistas, que estiveram bem próximos de aumentar. Aos 14min, Cícero acertou a trave. A superioridade dos visitantes era nítida. E sabia aproveitar as oportunidades. Aos 31min, após rápida troca de passes, o inspirado Montillo marcou seu segundo no duelo e selou a tranqüila vitória: 3 a 0.
Se o Santos não tivesse "derrapado" em dois ou três jogos na Vila, a história para 2014 seria outra. Mas o "se" não joga, e fica a lição para próxima temporada.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Depois de 9 anos, Santos termina a série A como o melhor paulista

Com a vitória do Santos sobre o Atlético-PR, por 2 x 1, e os tropeços de São Paulo e Corinthians, o Peixe terminará o Campeonato Brasileiro como o melhor paulista. Esse feito não acontecia desde 2004, quando o alvinegro da Vila Belmiro levou o título.
Nos últimos 9 anos, o Santos sempre ficou atrás de pelo menos um clube paulista. A melhor campanha do Peixe foi em 2007, quando foi vice-campeão. Nessa edição, o campeão foi o São Paulo.
Em 2013, o time comandado por Claudinei Oliveira já superou o do ano passado, que tinha como técnico Muricy Ramalho e o craque Neymar.
Em oitavo lugar, o Santos busca vencer a última partida, contra o Goiás, para tentar melhorar ainda mais sua posição no brasileiro.
Assim, é de se questionar porque Claudinei está sendo dispensado pelo Santos. Muitos achavam que o time iria namorar a zona do rebaixamento, mas esteve longe disso. Portanto, a chegada de um treinador renomado, mas com reforços de qualidade, será injusto com Claudinei, já que sem ovos não se faz omelete.
Famosos técnicos e elencos badalados não se deram bem este ano. Senão, como explicar que Atlético Paranaense e Goiás estão fortes na briga pela vaga da Libertadores? Ao inverso, como Corinthians, São Paulo, Fluminense e Vasco fizeram campanhas pífias, com risco de dois cariocas cairem para Série B?
Já ouço dizer em alguns nomes, mas o que preocupa mesmo é a possível  troca de Arouca por Leandro Damião. Se vem um reforço, mas sai um titular absoluto, fica difícil de imaginar que a diretoria esteja trabalhando sério, sem contar que está tomando uma decisão sem aval do novo técnico. Ou Zinho está respondendo por isso?
Créditos: Placar
Cícero foi um dos destaques da campanha do Santos em 2013
Cícero e seus gols ajudaram o Santos a ficar em melhor posição

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Loja Santos na Área é inaugurada no Gonzaga

A loja foi inaugurada na Av. Ana Costa, 519
O Santos FC abriu, em parceria com a Meltex Franchising, a sua primeira loja oficial da rede Santos na Área. O espaço localizado próximo a Praça da Independência, em Santos, foi inaugurado nesta sexta, 29 de novembro. O evento exclusivo para convidados e jornalistas contou com a presença do Campeão Brasileiro de 2002, Robert, do goleiro Gabriel Gasparotto e Gabigol. O Blog da Vila Belmiro esteve lá também.
Além deles, o Gerente de Futebol do Santos FC e tetracampeão mundial Zinho, e o capitão da sub-20, Wallace, também estiveram no local. Para os torcedores, a loja estará aberta a partir do dia 30 com todos os produtos oficiais, além do mix casual atendendo público masculino, feminino e infantil. 
 
Com previsão de abertura de 45 lojas até 2016, mais duas franquias já foram confirmadas nas cidades de São Vicente e Praia Grande esse ano. “Esta loja é a primeira de muitas que planejamos. Vamos atender toda a demanda santista, que está presente em diversas cidades do Brasil”, afirma Diogo Barros, gerente de expansão da Meltex Franchising. 
 
O ex-jogador Robert, marcou presença
Com milhões de torcedores pelo país, a franquia Santos na Área também poderá ser adquirida em formato de quiosques. O investimento inicial é a partir de R$ 150 mil e o lucro do negócio pode variar em média de 12 a 15% com prazo de retorno do investimento de 18 meses. Já para lojas de rua e shoppings, é necessário desembolsar aproximadamente R$ 350 mil com retorno previsto a partir de 18 meses. 
 
A Santos na Área amplia o controle de lojas oficiais da Meltex Franchising no Brasil. É dela também as redes da GrêmioMania, Academia Store e Loja da Macaca. 
 

domingo, 24 de novembro de 2013

Santos vence por 1 a 0 e complica vida do Fluminense

Santos x Fluminense - Thiago Ribeiro (Foto: Celio Messias/ LANCE!Press)
Um gol de Thiago Ribeiro, e o Fluminense se complica
Pelo placar mínimo, o Santos venceu o Fluminense no Prudentão, em Presidente Prudente e deixou o Tricolor em situação difícil no Campeonato Brasileiro. O gramado ruim atrapalhou as duas equipes, mas o Santos a todo momento buscou mais o gol e isso se traduziu nos números. Em finalizações, goleada santista. Foram 14 do Alvinegro da Vila Belmiro contra apenas duas do Tricolor carioca.

Em um primeiro tempo fraco tecnicamente, muito em função também da péssima condição do gramado do Prudentão, o Santos foi quem buscou mais controlar as ações da partida. Alison, Montillo e Thiago Ribeiro arriscaram bons chutes, todos defendidos por Diego Cavalieri, grande figura do Tricolor na primeira etapa. A primeira chegada do Fluminense ocorreu somente aos 42 minutos, quando Rhayner fez boa jogada pela direita e Samuel por pouco não desviou para as redes.

No segundo tempo, o Fluminense voltou disposto a equilibrar o jogo. Perdendo a maioria das jogadas no meio-campo na primeira etapa, o técnico Dorival Júnior sacou Samuel e colocou o volante Valencia. A entrada do colombiano deu consistência ao time, que passou a explorar as saídas em velocidade de Rhayner, menos preocupado com a marcação.

E no momento em que o Fluminense era melhor na partida, foi o Santos que abriu o placar. Em bela jogada do ex-tricolor Arouca pela direita, Thiago Ribeiro ganhou a dividida com Igor Julião e só escorou para as redes, abrindo o placar em Presidente Prudente. O técnico Claudinei Oliveira, expulso ainda no primeiro tempo, comemorou com a galera nas arquibancadas.

Depois do gol, Dorival lançou o Flu a frente colocando os atacantes Marcelinho e Biro Biro nos lugares de Edinho e Rafael Sobis, respectivamente. Mas as alterações não surtiram efeito e o Santos controlou bem a partida e garantiu a vitória magra e que deixa o Fluminense em situação bastante delicada na tabela de classificação do Brasileirão.

FICHA TÉCNICA:

SANTOS 1 X 0 FLUMINENSE

Estádio: Paulo Constantino (Prudentão), em Presidente Prudente (SP)
Data/hora: 24/11/2013 - 17h (horário de Brasília)
Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (Fifa-AL)
Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e Esdras Mariano de Lima Albuquerque (AL)
Público/Renda: 4.369 pagantes / R$ 115.280,00
Cartões amarelos: Mena, Arouca (SAN), Digão, Rhayner (FLU)
GOL: Thiago Ribeiro, aos 19'/2ºT.

SANTOS: Aranha, Cicinho, Edu Dracena, Gustavo Henrique e Mena (Emerson, 19'/2ºT); Alison (Alan Santos, 21'/1ºT), Arouca, Cícero e Montillo; Thiago Ribeiro e Geuvânio. Técnico: Claudinei Oliveira

FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Igor Julião, Anderson, Leandro Euzébio e Digão; Edinho (Marcelinho, 23/2ºT), Jean, e Wágner; Rhayner, Rafael Sobis (Biro Biro, 23'/2ºT) e Samuel (Valencia, Intervalo). Técnico: Dorival Júnior.



Fonte: Extra.globo

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Santos jogará com patrocínio de Loja Oficial contra o Fluminense

No jogo contra o Fluminense, neste domingo, 24, o alvinegro praiano jogará com a marca de sua rede de lojas oficiais estampada na camisa, a Santos na Área. Ainda em novembro, o clube, em parceria com a Meltex Franchising, pretende abrir três estabelecimentos na Baixada Santista.
 
Segundo o gerente de marketing da Santos na Área, Rafael Bedin, a abertura das lojas na região trará mais opções de moda casual para os torcedores. "No local, além dos uniformes de jogo, teremos roupas casuais do clube onde os apaixonados pelo time poderão usar a qualquer momento do dia. Vamos oferecer um mix muito completo para atender o público masculino, feminino e infantil", explicou.
 
Para Odílio Rodrigues, presidente do Santos FC, a existência de uma loja oficial irá render benefícios ao santista. "A abertura da rede oficial do time é um grande passo para a aproximação com a torcida, que terá produtos licenciados e ainda mais acessíveis". Já Bruno Amodio, responsável pelos canais de vendas do clube, contou que a Santos na Área será a tão esperada rede de lojas oficiais. “A partir desse mês, com a abertura das lojas na Baixada e já a partir do início 2014 na capital, ABC e interior, o torcedor santista irá encontrar uma gama incrível de produtos de vestuário para todas as idades, além de produtos oficiais exclusivos”.
 
A loja na cidade de Santos ficará no Gonzaga, próxima a Praça da Independência, local onde os torcedores festejam os títulos do clube. Os outros dois estabelecimentos serão no centro de São Vicente e no Litoral Plaza Shopping, em Praia Grande.
 
Segundo uma pesquisa consultada pela Meltex Franchising, o Santos possui mais de 7 milhões de torcedores. A previsão da empresa é de abrir cerca de 20 lojas até o final de 2014, sendo dez delas na Baixada Santista. Além da Santos na Área, a empresa tem o controle das lojas oficiais do Grêmio (GrêmioMania), Palmeiras (Academia Store) e Ponte Preta (Loja da Macaca).
 
 

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Meninos da Vila terminam o ano como começaram. Campeões!

Se o profissional passou em branco, os juniores do Santos tiveram uma temporada brilhante em 2013. Campeões da Copa São Paulo em janeiro, a equipe sub-20 conquistou na noite desta quarta-feira a inédita Copa do Brasil da categoria, com a derrota por 3 a 1 para o Criciúma, no Heriberto Hulse (SC) quase lotado. Os dois clubes irão disputar a Copa Libertadores da categoria em 2014.

Os Peixinhos se beneficiaram do resultado no jogo de ida, na Vila Belmiro, há uma semana, quando venceram por 2 a 0. Apesar da alegria absoluta dos comandados por Pepinho - filho do ídolo Pepe -, o primeiro tempo foi dominado pelo Tigre, que marcou dois gols.

Primeiro com Ruan, em um golaço! O volante roubou a bola de Pedro Castro, cortou Leandrinho e bateu de cobertura no canto oposto do goleiro Gabriel Gasparotto. Aí, oito minutos depois, Luiz encheu o pé em bola que pipocou na área após batida de escanteio.

O gol salvador do Peixe veio com Misael, em linda cobrança de falta, bem no começo do segundo tempo. Atrás de dois gols para ficar com o título, a equipe da casa enfileirou chances, acertando o travessão com uma bomba de Ruan. Do outro lado, com investidas de Léo Citaddini e Jorge Eduardo, o Peixe também criou ótimas chances, o que tornou o jogo emocionante até o fim.

A 15 minutos do apito, Neilton ainda provocou a expulsão de Fernando. Após o atacante aplicar um chapéu em Heitor e cair reclamando de um tapa na cara, o zagueiro chutou a bola no garoto que estava caído, levando o vermelho. Fim da linha para o Tigre? Nada disso! O time catarinense continuou martelando e, aos 49 minutos, marcou o terceiro de pênalti, com Bruno Lopes. Mas já era tarde. Santos campeão!

O Santos conquistou mais um título importante nas categorias de base

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Há 44 anos, no Maracanã, o milésimo gol do Rei Pelé

A chegada do homem à Lua, pela primeira vez, se tornou um fato de menor importância para os amantes do futebol no ano de 1969. O fato histórico aconteceu em julho daquele ano, mas em novembro, Pelé marcaria o milésimo gol de sua carreira, tornando-se o primeiro jogador profissional de futebol a atingir tal marca. A data em que o Santos venceu o Vasco por 2 x 1 no Maracanã, com o gol de pênalti que marcou para sempre aquele clássico, foi 19 de novembro de 1969, Dia da Bandeira, portanto há 44 anos.
 
Paulistas e cariocas empatavam por um gol até os 32min do segundo tempo, quando Pelé invadiu a área e foi derrubado pelo zagueiro Fernando. Ele aguardou o posicionamento dos fotógrafos atrás das redes, correu para a bola e mandou-a no canto esquerdo de Andrada.  Enquanto o ex-goleiro argentino socava o chão, já que não defendeu a cobrança por muito pouco, Pelé corria para dentro do gol, pegava a bola e, rodeado por uma enorme quantidade de membros da imprensa, iniciava um discurso em prol das crianças pobres e abandonadas do Brasil.
 
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domingo, 17 de novembro de 2013

Quando não merece, a dependência não justifica

O torcedor santista passou as últimas dez rodadas do campeonato, acreditando no que diziam jogadores e treinador do Santos. A conversa era em torno de que, fazendo a própria parte, dava para apostar em hipóteses de classificação para a Libertadores de 2014. A tal história de G4, G5 ou G6. Ocorre que o Santos não fez a sua parte, e quem não cuida de si mesmo, não pode esperar ajuda de ninguém.

Em todo campeonato o Santos não emplacou nenhuma sequência de três ou quatro vitórias. A irregularidade foi constante, assim, em pontos corridos, não dá par chegar em nenhum lugar. Não vai para Série B porque encontrou equipes piores, só por isso. Não sei também se o elenco é o principal culpado, porque, olhando para outros que estão na frente, não se pode acreditar que realmente são melhores que o Peixe.

Enfim, Claudinei teve o mérito de manter a equipe na série principal, que já está bom demais. Também ajudou com o clube, segurando a bronca de assumir o time com as saídas de Muricy, e principalmente de Neymar. Também podemos dizer que promoveu e deu chances para os garotos da base,  que deram conta do recado. Faltou mais determinação. Quando não se tem muita qualidade técnica, o empenho tem que ser redobrado, e juro que vi muito jogo em que o Santos parecia estar disputando amistoso. Assim, fica difícil, não tem quem ajude.

Agora, livre do rebaixamento, é deixar os últimos três jogos para reflexões de que pode ser feito para 2014. Quem pode ficar, quem deve sair, e principalmente, quem pode chegar. São questões que a diretoria tem que avaliar desde já, a começar pela escolha de treinador, mesmo achando que, se o Santos montar elenco forte para o próximo ano, até com Claudinei as coisas podem melhorar. Mas, conhecendo os dirigentes, em ano de eleições no clube, o cofre deve ser aberto, senão, no ano da Copa, as coisas vão ficar difíceis.
 Santos perde para o Vitória na Bahia (Foto: Edson Ruiz/ LANCE!Press)
Cícero é o artilheiro do Santos, mas faltaram bons atacantes para ajudar

sábado, 16 de novembro de 2013

O bi-mundial e a verdadeira invasão do Maracanã

A verdadeira  invasão do Maracanã, não ocorreu em 1976 no jogo entre Fluminense e Corinthians. Já havia ocorrido treze anos antes. O Santos F.C. sagrou-se bi-campeão mundial, em dois jogos contra o Milan, somando 250 mil pessoas de público, em jogos noturnos e com muita chuva.


A Gazeta Esportiva destacou a 1a. vitória
O Santos tem motivos para festejar neste sábado. Há 50 anos, o Alvinegro conquistou o bicampeonato mundial, superando o Milan, por 1 a 0, no estádio do Maracanã. Mesmo com o desfalque de Pelé em dois dos três jogos contra a equipe italiana, o Peixe comprovou seu poder de reação. Naquele dia 16 de novembro de 1963, o clube brasileiro contou com um gol de pênalti, do lateral Dalmo, para superar uma partida violenta, com lances ríspidos, brigas e expulsões.
Para conquistar o título no terceiro jogo, o Santos deu uma grande demonstração de força antes. O primeiro duelo, no San Siro, terminou com a vitória por 4 a 2 dos italianos, sendo que os dois gols do Peixe foram anotados por Pelé. Porém, em função de uma contusão, o Rei do Futebol não teve condições de participar dos confrontos seguintes (Calvet e o capitão Zito também desfalcaram o time)
Assim, Almir Pernambuquinho substituiu o eterno camisa 10. O segundo confronto, no Maracanã, começou com um Milan implacável, abrindo 2 a 0 ainda no primeiro tempo. Porém, depois do intervalo, o clube do litoral paulista marcou quatro vezes, sendo duas com Pepe, uma com Lima e outra com Almir."Foi a maior vitória que tive nos 750 jogos que fiz pelo Santos. Estávamos perdendo por 2 a 0 no Rio e só restavam 45 minutos. O Lula (treinador) fez uma preleção curta no intervalo, mas começou a cair um temporal. Nós aproveitamos o campo alagado, com meu chute forte, e fizemos os quatro gols, principalmente em batidas de fora da área. Foi uma chuva divina", relembra Pepe.
Sem chuva, o terceiro jogo foi bem mais forte na marcação, mas o Santos conseguiu furar o bloqueio adversário. O título do Peixe também serviu para ratificar a soberania do País no futebol mundial daquela época. Na edição do jornal A Gazeta Esportiva veiculada no dia seguinte ao título, o jornalista Thomaz Mazzoni relatou a sensação dos esportistas nacionais com o resultado.
O pênalti de Maldini sobre Almir Pernambuquinho
"O Santos é bicampeão mundial de clubes! Grande vitória do futebol brasileiro, antes de mais nada, e resposta à altura aos descrentes, aos invejosos, aos falsos Messias e aos derrotistas", escreveu o jornalista, que ainda acrescentou a "resposta aos ilustres críticos europeus que vinham apregoando o declínio do futebol do Brasil".
Porém, para o País comprovar sua soberania, o Santos teve de suportar uma partida bastante tensa. De acordo com A Gazeta Esportiva, o adversário promoveu uma "verdadeira guerra de nervos contra o juiz" assim que chegou ao Rio de Janeiro. Por isso, o árbitro argentino Juan Brozzi teve muita dificuldade para controlar os ânimos.
Nos acréscimos do primeiro tempo da partida decisiva, o lateral santista Ismael foi expulso, depois de ter acertado uma cabeçada no compatriota Amarildo, que jogava pelo Milan (Mazzola também fazia parte da equipe italiana)."Houve um arroubo mais forte entre Ismael e Amarildo, num lance anteriormente disputado. Amarildo ficou com o peito estufado para o lado de Ismael, e o lateral esquerdo santista não hesitou: bancou o José Luiz, famoso campeão português de luta-livre. Desferiu uma potente cabeçada no ‘antagonista’ que nem teve graça. Amarildo, nocauteado, estendeu-se no gramado", relatou a publicação.
Outra briga foi deflagrada depois de um empurrão de Maldini em Coutinho. Os jogadores dos dois times passaram a discutir e até os fotógrafos entraram em campo, até que a polícia chegou para dispersar o tumulto.
O time do segundo jogo no Maracanã. E sem Pelé.
"Um outro defensor do Milan - quando se abriu a ‘clareira’ - estava estendido aos pés de um avantajado policial. Aliás, um verdadeiro batalhão de policiais interveio no ‘bafafá’. A ação deles parecia daqueles que se registram contra piquetes de grevistas... A turma espalhou rapidamente", informou A Gazeta Esportiva.Cinco décadas depois do título, Pepe admite que "o terceiro jogo realmente foi muito confuso", explicando que os santistas não aceitavam facilmente agressões e provocações. "Nunca fui expulso de campo, mas meus companheiros não pensavam assim", recorda, com bom humor. Além do santista Ismael, o italiano Maldini também foi excluído da partida.
Para superar os lances ríspidos e controlar o placar, o Santos contou com o apoio intenso de 120 mil torcedores no Maracanã (o primeiro jogo foram 130 mil). Sem poder receber a partida na Vila Belmiro, o clube paulista preferiu o estádio do Rio de Janeiro, pois, segundo Pepe, não haveria apoio dos rivais em um estádio de São Paulo. Portanto, depois de ter sido campeão mundial em 1962, o Santos se sentiu em casa para confirmar sua hegemonia em 16 de novembro de 1963.
Fonte: Terra.com

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Sub-20 sai em vantagem na final da Copa do Brasil

O Santos saiu na frente na decisão da Copa do Brasil Sub-20. Na noite desta terça-feira, a equipe alvinegra derrotou o Criciúma por 2 a 0, na Vila Belmiro, no primeiro jogo das finais da competição. Diego Cardoso e Naílson marcaram para o time mandante. 


Santos venceu o Criciúma por 2 a 0 nesta terça-feira
O artilheiro Diego Cardoso marcou o primeiro gol do Santos na Vila

Com o resultado, o Santos será campeão com qualquer empate ou até se perder por um gol de diferença. O jogo de volta está marcado para a próxima quarta-feira, dia 20 de novembro, às 18h, no Estádio Heriberto Hulse, em Santa Catarina. O clube do litoral paulista busca coroar uma excelente temporada para as categorias de base. Em 2013, a equipe alvinegra foi campeã da Copa São Paulo de Futebol Júnior - um dos mais tradicionais torneios juvenil -, conquistou o Paulista sub-11, vice-campeão no Paulista sub-13 e também está na decisão do Paulista sub-17. Passado a tensão dos minutos iniciais, as duas equipes se soltaram e passaram a ser mais agressivas. Com mais volume de jogo, o Santos perdeu uma grande oportunidade com Diego Cardoso. O atacante recebeu passe do Léo Cittadini, entrou na área livre de marcação e tentou encobrir David, mas a bola saiu fraca e ficou fácil para o goleiro.


Porém, um minuto depois, o camisa 11 se redimiu. Aos 13, o atleta aproveitou falha da zaga adversária, roubou a bola do defensor e bateu cruzado, sem chances para o arqueiro e fazer a festa da torcida na Vila Belmiro. O Criciúma respondeu aos 19 minutos. Após lançamento na área, Fernando subiu mais alto e cabeceou com perigo, assustando os donos da casa. O time catarinense quase chegou ao empate duas vezes consecutivas. Ao 29, Tayrone arriscou de longe e exigiu boa defesa de Gabriel Gasparotto, que espalmou para a linha de fundo. No escanteio, a bola sobrou para Heitor que desviou de pé esquerdo para outra boa defesa do arqueiro santista. Contudo, quem marcou foi de novo o Santos. Aos 34, Léo Cittadini cobrou escanteio e o zagueiro Naílson subiu livre para ampliar a vantagem do clube alvinegro.


O Criciúma sentiu o gol tomado e só voltou a levar perigo no final da primeira etapa. Lucas Crispin tabelou com Marcelinho e finalizou cruzado. A bola passou perto da trave direita da meta da equipe paulista. O Santos voltou para o segundo tempo disposto a não dar espaço para o rival. Logo no primeiro minuto, Leandrinho desviou de cabeça após cobrança de falta e levou perigo para meta de David. Aos três, Léo Cittadini invadiu a área e tocou para Stefano Yuri. O atacante foi travado na hora do chute. Os visitantes responderam aos sete. Marcelinho finalizou de longe,a bola quicou no gramado e dificultou a defesa de Gabriel Gasparotto. Dois minutos depois, Bruno Lopes arriscou, o goleiro santista cedeu rebote, mas Naílson afastou para o clube alvinegro. O Santos chegou com muito perigo aos 15. Misael tabelou com Yuri, entrou na área e tocou na saída de David, mas a bola foi para a linha de fundo.



A partida perdeu um pouco de intensidade e os dois times passaram um momento sem conseguir criar boas chances. O Criciúma tentou se expor no campo de ataque, mas quase sofreu o terceiro de contra-ataque. O meia Léo Cittadini arrancou do campo de defesa e deixou Jorge Eduardo em boas condições de finalizar. O atacante pegou firme na bola, mas David fez grande defesa.  O jogo ficou mais truncado no meio do campo. Sem conseguir penetrar na zaga adversária, o time catarinense passou a arriscar de longe com Bruno Lopes, mas o goleiro santista apenas fez o golpe de vista. Nos minutos finais, o Criciúma teve mais posse de bola, mas não criou grandes chances. A única aconteceu novamente com Marcelinho. O atacante fez bom lance individual e chutou por cima do gol. Por sua vez, o Santos se postou bem defensivamente, sem sofrer pressão e, quando teve a bola nos pés, trocou passes e esperou o árbitro apitar o fim da partida.
Fonte: ESPN Brasil