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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Maior vencedor do século, Santos inicia Paulistão 2016 como favorito.

Não há o que negar, o Santos inicia neste sábado sua participação no Campeonato Paulista como favorito. A história de que time  na Libertadores não leva a sério o Paulistão, é desculpa de perdedor. O Paulistão é importante sim, tem seu charme, uma rica história, além de ser o regional mais antigo do país. Em 2011 o Santos venceu a Libertadores e também o Paulistão, prova do interesse da competição. Ganha que tem méritos.

Fora o ciclo dos anos sessenta, quando Santos foi magistral, nenhum outro time fez tantas finais seguidas. O Santos marca presença desde 2009, portanto sete vezes seguidas decidiu o título, e venceu quatro (2010, 2011, 2012 e 2015). É bom lembrar que, na época de Pelé e mais dez, os campeonatos eram por pontos corridos, portanto não havia o "jogo final".

Neste século, quem venceu mais o Paulistão foi o Santos. Foram dez finais e seis títulos. No geral está empatado com o São Paulo com 21 conquistas. O Palmeiras tem 22 e o Corinthians 27. Portanto, uma boa chance do Alvinegro da Vila Belmiro ultrapassar o Tricolor e igualar o Verdão. 

A expectativa da chegada de Robinho, reforça a idéia do favoritismo santista, porque a boa base de 2015 foi mantida, mesclando juventude e experiência, além do futebol alegre e ofensivo, marca registrada do Peixe. 

Então, tudo pronto. Vai começar a temporada 2016. E o Paulistão é clássico, com confrontos fantásticos entre os times grandes e surpresas vindas do interior. Em maio, é a grande final, e a expectativa do torcedor santista é repetir a velha rotina dos últimos anos, tem final, então tem Santos.
Taça do Paulistão 2016. Peixe começa a corrida para conquista.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Santos passeia na Vila. Final será revanche do Paulistão

As duas equipes tinham como proposta de jogo ir ao ataque, na noite desta quarta-feira. O São Paulo, por necessidade de inverter a vantagem de 3 a 1 do primeiro jogo da semifinal, o Santos por característica. Mas foi o Peixe que conseguiu converter suas jogadas em gol e, com um massacre logo no começo, venceu por 3 a 1 e foi à final da Copa do Brasil pela segunda vez após cinco anos.

Como perdeu no Morumbi, o técnico Doriva resolver colocar o Tricolor para a frente: só Rodrigo Caio como volante e Ganso, Michel Bastos, Kardec, Pato e Luis Fabiano no comando de ataque. Os primeiros minutos de jogo até deram indícios de que a partida seria uma guerra, com duas equipes bombardeando os gols a todo momento.

Na prática porém, a estratégia são-paulina fez a batalha acabar aos 23 minutos do primeiro tempo, quando o placar já estava liquidado. O Peixe, que com uma artilharia pesada, formada por Ricardo Oliveira, Gabigol, Marquinhos Gabriel e Lucas Lima, teve como sua principal arma o conjunto, mais precisamente o contra-ataque pelos lados.

A cada erro do São Paulo o torcedor santista já levantava da arquibancada da Vila Belmiro, pois tinha quase certeza de que o Alvinegro chegaria ao gol de Ceni.
Foi assim logo aos 11 minutos, quando Gabigol arrancou e serviu Ricardo Oliveira, dentro da área, aos 20, e quando Marquinhos Gabriel recebeu a bola no bico da área e anotou um golaço no canto oposto.

Ainda no primeiro tempo, aos 23, Lucas Lima, de novo no contra-ataque, deixou Oliveira na cara do gol, que matou o jogo e o rival.

No intervalo, a partida já se desenhava histórica, não só por uma classificação antecipada para a final Copa do Brasil, mas por uma substituição repentina de Ceni, que alegou dores no tornozelo direito e deu lugar a Denis.

O segundo tempo começou da mesma forma que terminou o primeiro: com o massacre santista. O time da casa tocou pacientemente e já não corria para recuperar as bolas perdias como antes. O Tricolor bem que tentou, e Pato teve espaço, mas não aproveitou. Ganso pôde chutar a gol, mas mandou para fora. Aos 26 minutos, Michel Bastos fez o gol de honra, de fora da área, com bonito chute no canto.

Depois de cinco anos, o Peixe volta à final da Copa do Brasil pela segunda vez na sua história e com muita esperança de ser campeão.


domingo, 18 de outubro de 2015

Com defesa de Meninos da Vila, Santos vence o Goiás

Contrariando a fama de revelar meninos talentosos no meio de campo, e principalmente no ataque, o Santos venceu com tranquilidade, esta tarde no Alçapão, o time esmeraldino do Goiás, por 3 a 1. O resultado manteve o Peixe na quarta colocação do campeonato, e depende somente de seu futebol para garantir uma das vagas à Libertadores de 2016.
 
Curiosamente, a defesa santista foi formada quase totalmente com meninos revelados no clube, uma situação estranha para quem sempre teve no DNA ofensivo, pratas da casa. Com Daniel Guedes e Zeca na laterais, Paulo Ricardo na zaga e Thiago Maia como médio volante, e nenhuma revelação na frente, o time alvinegro mostra que a força da base é resultado de um trabalho bem feito. Poderia ter sido mais completa, se Gustavo Henrique estivesse na zaga e Gabriel Gasparotto atuasse no gol. 
 
Com um primeiro tempo perfeito, o Santos abriu três gols de vantagem com Werley e Ricardo Oliveira (2), e passou o segundo tempo administrando o jogo e se poupando para enfrentar o São Paulo, quarta-feira no Morumbi, pela semifinal da Copa do Brasil. O público, decepcionou mais uma vez, e pouco mais de 6 mil torcedores viram um Santos bem organizado taticamente, e errando poucos passes. Com boa posse de bola, e jogadas agudas, mostrou o Peixe que é o time com jogo mais bonito há pelo menos dez rodadas. 
 
Dorival Junior parece que encontrou uma maneira equilibrada de colocar o time em campo. Mesmo com desfalques, as opções tem sido boas. Com as voltas de Gabigol e Geuvânio, o elenco fica mais forte para a arrancada  final do segundo turno. Ainda tem uma boa vantagem para eventual aperto na classificação, pois o Palmeiras, logo atrás, vem encarar o Santos na Vila, no começo de novembro, e a Vila tem sido palco de muitas vitórias alvinegras.
 
Por fim, um destaque para Ricardo Oliveira, que descansou contra o Grêmio, por ter defendido a Seleção. Aos 34 anos, parece estar em sua melhor forma física e técnica, tem 19 gols e lidera a artilharia com boa vantagem para o segundo colocado (Lucas Prato, do Galo, que tem 12). Se o Peixe se classificar para o torneio continental em 2016, vai ser muito útil, pois além de tudo carrega uma grande experiência e respeito de colegas de clube e adversários. 
Santos vence mais uma e se garante no G4 (Foto: Ivan Storti/Lancepress!)
Ricardo Oliveira voltou bem da Seleção e marcou duas vezes contra o Goiás

domingo, 4 de outubro de 2015

Santos "fluminou" na Vila para chegar no G4

Em mais uma boa atuação coletiva, e com início "fluminante", o Santos conseguiu derrotar o Tricolor das Laranjeiras por 3 a 1 na tarde deste domingo, na Vila Belmiro. O Peixe dominou a partida desde o primeiro minuto e soube controlar até os poucos bons momentos do adversário, anotando seus gols com Lucas Lima, Marquinhos Gabriel e Neto Berola. 
O resultado faz o time da Baixada entrar no G4 da competição, o que não ocorria desde 2010, curiosamente também com Dorival Jr. no comando. Com 46 pontos, os alvinegros foram beneficiados na rodada pela derrota do Palmeiras e seguem em vantagem sobre o São Paulo no saldo de gols, diminuindo a desvantagem para o Grêmio, terceiro colocado, que tem 52. 
Agora, Santos e Fluminense terão alguns dias de treinamento até voltarem a campo. Também envolvidas nas semifinais da Copa do Brasil, as equipes terão duelos difíceis no retorno do Brasileiro. Enquanto o Flu recebe o São Paulo no Maracanã, no dia 14, os comandados de Dorival Júnior têm um confronto direto com o Grêmio, na casa do adversário, às 21h do dia 15.
 O primeiro tempo começou com o Peixe mostrando por que é avassalador quando atua em seus domínios. Logo aos cinco minutos de bola rolando, o alvinegro apostou na pressão na saída de bola e conseguiu abrir o placar. Marlon recuou para Diego Cavalieri, no lado esquerdo da área, e o goleiro demorou a chutar. Lucas Lima, que chegou a ser dúvida pelo cansaço físico, mostrou disposição para acreditar no lance e travar a jogada. A redonda bateu nele, pegou uma curva e entrou rente à trave direita.
Lucas Lima era dúvida para o confronto contra o Fluminense, mas jogou e marcou um gol na vitória por 3 a 1
Lucas Lima esteve bem contra o Flu e fez gol de oportunismo 
Logo depois, o ritmo continuou alucinante por parte dos santistas, enquanto os tricolores pareciam não entender o que estava acontecendo dentro de campo. Gabriel, em grande fase, conseguiu fintar dois marcadores com o corpo e invadiu a área pela direita. Cheio de confiança, o avante bateu de canhota, cruzado, mas a bola acabou desviando na perna direita de Marlon e, apesar de sair do caminho do gol, ficou limpa para Marquinhos Gabriel, na pequena área, que só empurrou para a rede.
Feliz com o placar e claramente poupando energias, já que o Dorival tem reclamado há algumas semanas da falta de descanso para os jogadores, o Peixe passou a trocar passes no meio-campo e se aproveitou da má performance do adversário para administrar a vantagem. Até o intervalo, ainda poderia ter ampliado a vantagem com Gabriel e Daniel Guedes, mas Cavalieri se redimiu e fez duas grandes defesas. Nos visitantes, apenas um chute de Wellington Paulista, por cima do gol, assustou Vanderlei.
O retorno para o segundo tempo foi o pior momento dos anfitriões durante toda a partida. Animado pela entrada do experiente Magno Alves, o clube carioca criou duas boas oportunidades, mas deu azar de elas caírem no pé de Wellington Paulista. Na primeira, livre na área, ele furou feio. Na segunda, pôde se redimir ao disparar belo chute de esquerda, que Vanderlei foi buscar.
Ciente do perigo que correria se levasse um gol, o treinador dos donos da casa sacou Marquinhos Gabriel, cansado, e apostou na velocidade de Neto Berola nos contra-ataques. Após duas boas subidas em contragolpes, o Santos conseguiu conter o ímpeto do adversário e retomou o controle das ações em campo, podendo administrar a vantagem com tranquilidade.
Até o apito final, ainda conseguiu balançar a rede do adversário outras três vezes, mas apenas uma delas foi válida. Primeiro Gabriel foi pego em impedimento ao desviar bola dentro da área. Depois, Werley ganhou pelo alto e cabeceou o no canto direito, mas o Sandro Meira Ricci pegou falta do defensor santista. O tento só veio quando Neto Berola apareceu livre na grande área, subiu bem após cruzamento de Daniel Guedes e testou firme, para o chão, vencendo Cavalieri.
Quase que como um prêmio por ter corrido durante todo momento, o garoto Robert, do Flu, acertou belo chute da entrada área e mandou a bola no ângulo direito, sem chances para Vanderlei. Foi a deixa para o encerramento da partida.
FICHA TÉCNICA: 
SANTOS 3 X 1 FLUMINENSE
Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 4 de outubro de 2015, domingo
Horário: 16h (Horário de Brasília)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (SC-FIFA)
Assistentes: Helton Nunes (SC-CBF-1) e Thiago Americano Labes (SC-CBF-2)
Cartões Amarelos: Daniel Guedes, Thiago Maia e Neto Berola (Santos); Pierre e Marlon (Fluminense)
Gols:
SANTOS: Lucas Lima, aos cinco, e Marquinhos Gabriel, aos 11 do primeiro tempo; Neto Berola, aos 38 do segundo tempo
FLUMINENSE: Robert, aos 48 minutos do segundo tempo
SANTOS: Vanderlei, Daniel Guedes, David Braz, Gustavo Henrique (Werley) e Chiquinho; Thiago Maia, Renato e Lucas Lima; Marquinhos Gabriel (Neto Berola), Gabriel (Leandro) e Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Jr
FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Higor Leite, Gum, Marlon e Victor Oliveira (Robert); Pierre, Jean e Gerson; Marcos Junior (Lucas Gomes), Osvaldo (Magno Alves) e Wellington Paulista
Técnico: Eduardo Baptista


GAZETA.NET

domingo, 27 de setembro de 2015

Santos faz lição de casa. Vasco e Ceni ajudam


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Mesmo diante da forte marcação do Internacional na Vila Belmiro, o Santos conseguiu uma importante vitória neste domingo, pela 28ª rodada do Brasileirão, por 3 a 1. Escalado com quatro volantes, o time do técnico Argel Fucks se defendeu como pôde, até abriu o placar em cobrança de pênalti de Valdívia, mas não resistiu a Marquinhos Gabriel, Gabigol e Leandro, que ajudaram Dorival Júnior a manter os 100% de aproveitamento no estádio durante esta segunda passagem. De quebra, o Santos ainda ultrapassou seu adversário na tabela.
Vasco, vencendo o Flamengo, e Rogério Ceni falhando, de novo, colaboraram bastante com o Peixe, que subiu três posições na tabela. Agora só tem o Palmeiras pela frente para se colocar entre os quatro primeiros. E a oportunidade já pode surgir no domingo, quando enfrenta o Fluminense na Vila Belmiro, e se o verdão tropeçar contra Chapecoense, em Chapecó. 
Argel escalou o Inter com quatro volantes e uma estratégia de jogo bem definida: quebrar a iniciativa do Santos. O ex-zagueiro mandou William colar em Lucas Lima o tempo todo. Cobrar escanteio, ficar atrás da linha do meio-campo, tomar água, ouvir instrução de Dorival Júnior... Não importava a ação do camisa 20 de branco, o número 6 de vermelho estava do lado. Com seu principal armador de jogadas sumido, o Santos teve dificuldade para construir no primeiro tempo. Muito porque Nílson também teve sérias dificuldades de segurar a posse de bola entre os zagueiros.
Gabigol e Marquinhos Gabriel se desdobraram para suprir a "ausência" de Lucas Lima, e mesmo assim o Peixe continuou na pressão. O Inter pouco tocava na bola, mas mesmo sem muita criatividade e ofensividade, foi quem abriu o placar na Vila Belmiro. Aos 23 minutos do primeiro tempo, Paulo Ricardo agarrou Juan na área e o árbitro Héber Roberto Lopes não teve dúvida em assinalar o pênalti. Na batida rasteira de Valdívia, Inter em vantagem na Vila.
O Santos não jogava para perder, e se jogou para o campo de ataque após sair perdendo. Nesse meio tempo, William levou amarelo, Wellington assumiu a marcação individual de Lucas Lima e também foi punido no primeiro lance, por catimba. A estratégia de Argel parecia não ter muito futuro. E de fato não teve. Dez minutos depois de Valdivia abrir o placar, Nílson abriu espaço na intermediária e deu lindo passe para Marquinhos Gabriel deixar tudo igual na Vila Belmiro.
No segundo tempo, Lucas Lima ganhou seu terceiro marcador individual quando Argel trocou Léo por Silva, mas o Santos seguiu dominando as ações. Não que o Inter fosse uma equipe totalmente entregue, porque as descidas de Valdivia e Vitinho incomodavam a todo tempo a jovem defesa santista, mas o Peixe tinha mais posse, fazia mais infiltrações e buscava mais o jogo. É o que acontece quando um esquema tão ofensivo duela com um de filosofia oposta.
Lucas Lima já tinha amarelado dois no primeiro tempo. Por que não mais um? Foi aos 13 minutos quando Silva derrubou o camisa 20 santista na área e o árbitro marcou pênalti. Enquanto Argel tentava impedir o Santos de construir, Lucas Lima era quem destruía a confiança dos jogadores do Colorado. Um a um. Na batida de Gabigol, a virada do Peixe na Vila Belmiro.
O Santos queria mais, e Thiago Maia acertou uma bola no travessão em linda jogada individual para logo depois sair sentindo lesão. Para provar que de fato queria mais, Dorival acionou o meia Léo Cittadini para ajudar na criação. E no embate entre o treinador que escalou quatro volantes e impôs marcação individual e rodízio de faltas contra outro que trocou um volante por um meia mesmo vencendo, o prêmio veio em forma de gol: após forte pressão, Leandro achou espaço para anotar seu primeiro gol com a camisa do Peixe, já aos 44 do segundo tempo. O que faltava para os mais de 11 mil presentes tirarem da garganta: olé!
No meio de semana, o Santos jogando no Pacaembu, tenta contra o Figueirense uma vaga na semifinal da Copa do Brasil. Um empate basta ao alvinegro das praias, já que venceu o primeiro jogo por 1 a 0 em Santa Catarina.
Lucas LIma deixa colorado no chão. Peixe cola no G-4
 

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domingo, 13 de setembro de 2015

Santos para na Ponte e almoça fora do G4

Não foi o resultado que a torcida peixeira esperava. No primeiro dos três jogos em finais de semana seguidos, que o Santos estará em campo às 11 horas, a derrota por 3 a 1 diante da Ponte Preta em Campinas, interrompeu uma boa sequência do time de Dorival Júnior no Brasileirão 2015.
 
Assim, o Santos "almoça" fora do G4, mas mesmo a rodada  se completando mais tarde, o time da Vila Belmiro ainda ficará próximo do quarto colocado. Resta não perder o bom futebol que tem apresentado, exceto na partida de hoje, e já na quarta-feira na Vila, se recuperar diante de um difícil Atlético Mineiro.
 
Não há o que lamentar, nem tempo haverá para isso. É por a cabeça no lugar e seguir adiante, pois ainda faltam muitas rodadas para definição das posições de frente da tabela. No domingo, tem o líder pela frente, na arena "minha casa, minha vida", onde o Santos já mostrou quem manda.
 
A vitória da Ponte foi fruto da superioridade no jogo de hoje, mas que o segundo gol campineiro foi irregular, isso foi. As imagens abaixo, mostram dois momentos de vistas grossas do auxiliar de arbitragem. No primeiro momento, quando a bola é lançada na área em cobrança de falta, tem dois atletas da Ponte em condição irregular, e, na sequência do mesmo lance, quando a bola é cabeceada pelo atacante pontepretano, quem disputa a bola com o goleiro santista e faz o gol, também está em condição de impedimento, já que havia somente o goleiro entre ele e a linha de fundo.
 
Como o Santos também foi beneficiado no gol de Ricardo Oliveira, contra o Sport, não dá para reclamar de má intenção. É que os caras da bandeirinha são mesmos ruins.

Aqui tem dois atacantes em impedimento.

Na sequência do mesmo lance, outra irregularidade.

domingo, 30 de agosto de 2015

Santos tem semana de visitante mal educado

Após longo tempo sem vencer fora da Vila Belmiro, o Santos em uma só semana, se fez de visitante mal educado duas vezes. Primeiro, contra o Corinthians, pela Copa do Brasil na quarta-feira, e hoje em pleno Mineirão contra o Cruzeiro de Luxemburgo. O Peixe conseguiu duas vitórias importantíssimas, para seguir bem nos campeonatos e quebrar o incômodo jejum de falta de vitórias fora de casa.

Hoje, o Santos mostrou que com Dorival Junior, o time ficou mais organizado e consistente. Arrumou a defesa, tem mais segurança e mobilidade no meio de campo, e o ataque voltou a ter, com qualidade e velocidade o status de time ofensivo, mesmo que a base de contra ataques. 

Um chute certeiro de Ricardo Oliveira, de fora da área, balançou as redes cruzeirenses, deu três pontos e colocou o time mais próximo da quarta colocação, posição que garante ao menos disputa da pré Libertadores em 2016. Como na Copa do Brasil o sistema é eliminatório a cada fase, é bom pensar também que brigar pelas primeiras posições do Brasileirão é um bom negócio.

Agora, sem Lucas Lima, servindo o selecionado nacional por três rodadas, o Santos recebe a Chapecoense quinta-feira, 19h30, na Vila. Gabriel e Geuvânio estarão de volta, motivos a mais para acreditar que o Santos ressurgiu, e pode somar mais uma vitória. A torcida precisa comparecer e mostrar que acredita que a boa fase não é passageira. O time se equilibrou, e não perde há nove jogos, retrospecto importante para quem precisa somar pontos e subir na tabela de classificação.

FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO 0 X 1 SANTOS
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Público: 8.271 pagantes
Renda: R$ 252.400,00
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR)
Assistentes: Fabricio Vilarinho da Silva (GO/Fifa) e Ivan Carlos Bohn (PR)
Cartões amarelos: Marinho e Arrascaeta (CRU) Ricardo Oliveira e Vanderlei (SAN)
Cartão vermelho: Fabrício  (CRU)
Gols: Ricardo Oliveira aos 42 min do primeiro tempo;
CRUZEIRO
Fábio; Ceará, Manoel, Bruno Rodrigo e Fabrício; Willians, Henrique (Arrascaeta, aos 24 do 2º), Marcos Vinícius (Gabriel Xavier, no intervalo), Alisson e Marinho; Vinícius Araújo (Allano, no intervalo).
Treinador: Vanderlei Luxemburgo
SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia (Lucas Otávio, aos 32 do 2º), Renato, Marquinhos Gabriel e Lucas Lima (Léo  Cittadini, aos 46 do 2º); Neto Berola (Leandro, aos 10 do 2º) e Ricardo Oliveira.
Treinador: Dorival Júnior
Ricardo Oliveira fez um belo gol. Peixe sobe na tabela.

domingo, 9 de agosto de 2015

Santos antecipa Dia dos Pais e presenteia torcedor

O Santos entrou em campo na noite de sábado, com o nome dos pais dos jogadores nas costas de suas camisas, e na cabeça um pensamento só. Presentear os pais torcedores do Santos com uma vitória na véspera do Dia dos Pais. E assim, com um futebol que melhora a cada jogo, desde a chegada de Dorival Júnior, o Peixe somou mais três pontos e começa a olhar uma posição mais confortável na tabela.

O adversário, Coritiba, último colocado no campeonato, não poderia ter sido melhor para quem deseja der vez afastar do torcedor santista o receio de ficar entre os últimos na tábua de classificação. Com Geuvânio se especializando em chutes certeiros, diagonais, a partir do bico da grande área, o Santos abriu o placar. Em seguida, jogada pela direita, Lucas Lima cruzou, e antes que Geuvânio fizesse o segundo, o zagueiro do Coxa jogou contra as próprias redes. Com dois a zero, o Santos foi para o intervalo tranquilo.

No segundo tempo, com mais toque de bola, o Peixe envolveu o time curitibano, e em boa trama pela direita, Geuvânio deixou o artilheiro do Brasileirão, Ricardo Oliveira, á vontade para marcar seu décimo gol, e o terceiro do Santos, que fechou assim o placar. Com público de 12.600 torcedores, parece que o Santos, após boa reação e empate contra o Flamengo no último domingo, reconquistou a confiança do torcedor. Melhor para o time, que sentiu o apoio muito bom da torcida peixeira.

Agora, na quarta-feira, o Santos volta a Vila Belmiro para enfrentar outro adversário que não deve impor muita resistência, o Vasco da Gama. O time cruzmaltino anda caindo literalmente pelas tabelas, e o Santos se vê diante de uma boa oportunidade de somar mais três pontos. A  melhora do time santista se deve muito a organização tática, e sobretudo a evolução de Geuvânio e principalmente Gabigol. Dorival Júnior encontrou uma maneira de dar mais liberdade aos jovens atacantes, e isso tem contribuido com os resultados  dos últimos jogos.

Para o alto da tabela: o Santos continua em asensão desde a chegada de Dorival (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)
Olhando para cima, o Santos sobe na tabela, e agradece pelo melhor futebol 

domingo, 2 de agosto de 2015

Peixe se inFLAma, "ronda" área do Mengo e cala grande público no Maraca

O recorde de público em jogos de campeonatos brasileiros, em todos os tempos, é a final de 1983 entre Flamengo e Santos, no antigo Maracanã, para mais de 130 mil torcedores. Recorde que nunca deverá ser superado, pois os atuais estádios do Brasil estão longe dessa capacidade. Mas hoje, o novo Maracanã recebeu excelente público, e matou saudades dos anos de ouro de tardes de futebol no Rio.
 
O Flamengo parecia ter nocauteado o Santos nos cinco minutos finais do primeiro tempo, com dois gols, diante de uma convidada ilustre nas cadeiras do Maracanã. Ronda, lutadora e campeã do UFC feminino, vestia camisa rubro-negra, mas não pode evitar a reação santista no segundo tempo. O Santos se inflamou e partiu para cima do time da Gávea, conseguindo com Ricardo Oliveira e Lucas Lima, um empate que anima o torcedor santista.
 
O gol de Ricardo Oliveira, em cabeceio após cobrança de escanteio, deixou o atacante veterano na artilharia isolada do Brasileirão/15, com nove gols, e o golaço de Lucas Lima em chute colocado no ângulo da meta defendida por Paulo Víctor, merecia mesmo um estádio de final de Copa. A reação santista, frustrou o grande público carioca e deu ânimo para o time de Dorival Jr. Afinal, mesmo em situação ruim na tabela, e sem vencer fora de casa, o empate teve gosto de vitória para o time da Vila Belmiro.
 
Agora, na sequência, o Santos terá dois jogos em casa, contra Coritiba e Vasco da Gama, os dois últimos da tabela de classificação. Portanto uma chance excepcional para o alvinegro subir de posição, em jogos que não pode vacilar, e partir para o segundo turno  se afastando de vez da zona de rebaixamento. Ainda este mês tem as oitavas da Copa do Brasil, e o sorteio do adversário será na próxima terça, para jogos nos dias 19 e 26. Então, estar melhor no Brasileirão, pode dar a tranquilidade que o Santos vai precisar na Copa do Brasil.
 
Paulo Ricardo disputa com Guerrero. Empate com sabor de vitória para o Peixe

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Santos cai de quatro em Goiás e espera técnico

No último domingo, na derrota para o Grêmio na Vila Belmiro, o juiz pode ter atrapalhado o Peixe com uma expulsão polêmica, mas hoje, quem se atrapalhou foi o próprio Santos. No Serra Dourada, perdeu de 4 a 1 para o fraquíssimo Goiás, com um preocupante apagão, em que por 16 minutos não viu a bola, a não ser no fundo de suas próprias redes por quatro vezes.

Não se poderia esperar muito mesmo, mas a forma da derrota coloca o Santos como um dos candidatos ao rebaixamento, se algo não for feito. Marcelo Fernandes, sem culpas, deve voltar para a função de auxiliar, e a chegada de outro treinador (fala-se em Dorival Jr.), é a única luz no túnel pelo qual o Santos se enfiou. Com  baixas no elenco, por saída ou contusão, e sem perspectivas de contratações que resolvam carências, a troca de comando parece ser mesmo a única tentativa de dar a volta por cima.

Ainda faltam sete rodadas para terminar o turno, e todo o returno pela frente, então há muito tempo para melhorar as coisas, mas precisa começar já. O Santos não pode, ao estar perdendo por quatro gols, ver entrar em campo o tal Marquinhos Gabriel, que me desculpe o rapaz, mas pode ser tudo, menos jogador de futebol. Já falei da semente que não vingou, Gabigol e da falta de maior eficiência de Lucas Lima.

Ricardo Oliveira, com seus gols, se salva, em um time que não se acerta na defesa, se complica nas laterais e, absolutamente é nulo no meio de campo, tanto na saída de jogo, como na construção de jogadas que levem perigo ao gol adversário. O Santos é um time fraco tecnicamente, e como tem camisa, se expõe, ao invés de se resguardar durante os noventa minutos e tentar resolver as coisas em contra ataque.

Quatro derrotas seguidas é para deixar qualquer um revoltado, mas é preciso tranquilidade agora, para não amargar uma corrida maluca nas últimas rodadas para fugir do rebaixamento. Dois ou três bons resultados seguidos é a senha para melhorar na classificação, pois tem outras equipes que teimam, como o Santos, em permanecer na parte de baixo da tabela. Sábado tem Figueirense, na Vila, e o Santos precisa ganhar, mesmo que chova canivete.

Quem fez mais gols foi o Goiás. 4 a 1, no Serra Dourada

domingo, 5 de julho de 2015

Mau futebol e erro técnico de juiz levam o Peixe para Z-4

O Santos perdeu na Vila Belmiro para o vice líder do campeonato, até aí tudo bem. Que o Santos não teve força técnica para vencer o Grêmio, também é uma verdade. O árbitro não interferiu nos lances de gols, todos legais, nem teve qualquer outro lance de perigo que cometesse algum equívoco. Portanto, a vitória gremista foi legítima, e o Santos amarga, temporariamente esperamos, a posição de primeiro na zona do rebaixamento.

Mas o árbitro, Felipe Gomes da Silva, se era desconhecido, teve seus trinta segundos de glória hoje em Vila Belmiro. Na metade do primeiro tempo, expulsou Geuvânio, camisa 11 santista, por ter retornado ao campo de jogo, segundo o árbitro sem sua autorização. O atacante santista foi atendido na beira do gramado, por ter sofrido sangramento nos lábios. As câmeras de TV mostram claramente o gesto característico ordenando a entrada do atleta. Ocorre que, o Grêmio estava com a bola na posição de ataque, que favorecia o retorno do adversário, mas, simultaneamente a autorização, os gremistas optaram por recuar a bola para defesa, e em desatenção de passe, Geuvânio roubou a bola e caminhava para entrar livre na área.

Felipe Gomes da Silva, atrapalhado, e receoso de reclamação gremista, parou o lance, deu falta técnica e expulsou Geuvânio. O retorno ao gramado, foi autorizado também pelo quarto árbitro, após verificar que não havia mais sangramento no santista. Deveria o árbitro, reconhecer seu erro na precipitação de autorização de entrada do atleta, chamar os dois capitães, dar bola ao chão e não advertir nem expulsar Geuvânio. Erro lamentável que deixou o Santos com um jogador a menos, dificultando ainda mais a vida peixeira.

O ilustre desconhecido árbitro, na verdade, carregou o time da Vila de cartões, por qualquer reclamação que lhe fizesse. Austero, soberbo, o árbitro foi conivente com a visível cera do goleiro gremista. Não bastasse ficar com o jogo interrompido para troca de suas chuteiras, ainda na sequência, levou outros tantos minutos para repor as luvas. O atleta já deveria ter entrado em campo com as chuteiras adequadas, e poderia ser advertido com cartão amarelo. Somou cinco minutos de paralisação, que não foi absurdamente descontado no final do primeiro tempo.

Agora o Santos vai a Goiás, jogar contra o time esmeraldino local, e depois na Vila contra o Figueirense. Senão somar seis pontos, infelizmente Marcelo Fernandes deve deixar o comando, e eu sou contra, pois faz o melhor com o que tem no elenco. Mas o dirigente sabe que não pode dispensar nem contratar seis jogadores de uma só vez, então o treinador pode ser a bola da vez.

Ainda estamos na metade do primeiro turno, e o assunto rebaixamento não deve preocupar por enquanto, pois mesmo com o elenco que possui, o Santos não pode ser pior que mais uns seis times, por exemplo. Então é cabeça no lugar, esquecer os senhores juízes, e jogar buscando os resultados, as vezes até na defensiva, se for preciso, explorando os ataques com mais precisão. Lucas Lima precisa ser menos possuidor de bola, e mais eficiente no ataque, é preciso ter audácia e entrar na área, e sair da zona de conforto do meio campo, recebendo bola da zaga e tocando para os laterais. 

FOTOS - Grêmio derrota Santos na Vila e lidera o Brasileirão (Foto: Ivan Storti/LANCE!Press)
Erro técnico de juiz prejudica o Peixe na Vila

domingo, 28 de junho de 2015

Peixe dorme de touca e perde mais uma no sul

FOTO -  Inter supera o Santos no Beira-Rio,(foto:divulgação)
Ricardo Oliveira teve uma chance de marcar.
Muito pouco para um atacante. O Santos dormiu de touca no sul.

Mais uma vez o Santos deixou a desejar no Campeonato Brasileiro, foi até Porto Alegre e perdeu para o Internacional por um gol. O placar de 1 a 0 para os gaúchos foi fruto de uma falta cobrada na lateral da área, que na verdade seria somente um levantamento, mas o efeito da bola e a posição adiantada de Vladimir contribuíram para o gol de Valdívia.
 
Até que o Santos conseguiu equilibrar o jogo, mesmo jogando no contra ataque, teve chances de marcar. A história do jogo poderia ter sido outra, mas a sina do Santos este ano é vacilar em casa e não conseguir vencer fora. Com dez pontos, ficou na 14a. posição da tabela, e na próxima quinta-feira vai ao Maracanã enfrentar o Fluminense. Parada dura, com chances do Peixe encostar de novo na zona do rebaixamento.
 
Marcelo Fernandes não tem culpa nos resultados, faz o que dá com o que tem. Sem Robinho, com Lucas Lima brilhando mas sem jogadas eficazes, e principalmente com Gabigol nulo em campo, fica difícil algo melhor. Aliás Gabigol se preocupa mais com imagem do que com futebol. Cabelo impecável, postura de estrela, mas sem futebol para jogar no time titular. Alguém pode dizer porque ele usa duas fitas adesivas nos pulsos? Será que gostaria de jogar tênis, ou praticar halterofilismo?
 
Então o Santos dormiu de touca, e é bom abrir os olhos também para sequência da Copa do Brasil, pois o adversário do jogo de volta é o Sport Recife. No primeiro jogo os pernambucanos venceram por 2 a 1. O gol fora de casa, do Santos, pode ajudar na Vila Belmiro, dia 22 de julho, mas é bom saber que o Sport, pelo menos até aqui, é o líder do Brasileirão.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Mesmo próximo do Z-4 Santos tem bom empate

Não adianta derrubar técnico, só por derrubar. É preciso ter calma. Assim, mesmo próximo da zona do rebaixamento do Brasileirão, o resultado de empate em 2 a 2 contra o Galo mineiro, no estádio Independência, foi bom para o Santos. Vencer lá é difícil, então é esquecer os primeiros maus resultados, principalmente na Vila Belmiro, e prestigiar Marcelo Fernandes, apostando que o time santista vai reagir e somar pontos.
 
Hoje, abrindo a sétima rodada, em jogo isolado na tabela, o Peixe chegou a estar na frente, tomou a virada, mas dessa vez surpreendeu e chegou ao empate, sabor diferente dos empates sofridos contra Sport e Ponte Preta. Agora pareceu sabor de reação, com o time todo empenhado em busca de melhores posições. Faltou Lucas Lima corresponder a fama que tem despertado, pois ainda carece de ser mais decisivo, e deixar de ser apenas habilidoso.
 
Ricardo Oliveira, mesmo não sendo um menino da vila, correu e muito, principalmente para fazer o primeiro gol, em arrancada desde o círculo central. Ajudou na marcação e foi importante para manter o Atlético preocupado na defesa. O Santos errou nos dois gols que sofreu, mas deve ser pontual, visto que a fase não é lá das boas de maneira geral. Agora o time retorna somente dia 20 na Vila Belmiro, contra o Corinthians, e aí não será mais possível perdoar outro resultado senão o de vitória.
 
Ricardo Oliveira, em arrancada fez belo gol, e ajudou no empate em 2 a 2

segunda-feira, 1 de junho de 2015

É só não entornar o caldo

Os quatro primeiros colocados do Brasileirão, dificilmente estarão na vanguarda da  tabela de classificação ao término do primeiro quarto da competição. Portanto a partir da décima rodada alguns clubes devem mostrar a que vieram. Com a Copa América sendo disputada no Chile, e com as idas e vindas de jogadores até os chamados prazos legais de inscrições (janelas de transferências), muita água, digo bola, vai rolar.

No Santos, a ausência de Robinho, com certeza para seleção, e dúvida na renovação, além de comentadas saídas de Lucas Lima e chegada de PH Ganso, fica difícil em qual setor da tabela o Santos vai ter condições de se firmar. Perdendo  pontos em casa, e com dificuldades em ganhá-los fora, é melhor esperar para ver como fica o plantel para uma melhor avaliação.

A defesa, na média, não deve nada a nenhuma das melhores, com alguma correção nas laterais, e com solução caseira, dá para seguir confiando. No meio de campo, há experiência e juventude. O diferencial está  nas possibilidades de Lucas Lima sair ou PH Ganso chegar.


Para o ataque, Ricardo Oliveira precisa ser mais decisivo, assim como Geuvânio mais constante. Se Robinho ficar, muito bem, será um bom Santos, se sair, aí as coisas complicam mesmo. Os reservas devem dar conta do recado para um ou outro caso. O resto é sorte, e fazer a competência prevalecer, pelo menos em  casa, e de vez em quando buscar uns pontinhos fora. A receita não tem segredos, é só não entornar o caldo.
As comemorações do Santos dependem dele mesmo

domingo, 24 de maio de 2015

Santos, muito nervoso, perde no sul por 1 a 0

Visivelmente descontrolado, o Santos perdeu hoje a tarde na Arena Condá, por 1 a 0, para a Chapecoense. Muitas faltas, passes errados e cartões amarelos, foi a tônica do jogo. O árbitro, empolgado com as novas orientações da CBF, tirou proveito e se mostrou austero, não fazendo o mínimo esforço para controlar algumas situações, com o uso do cartão amarelo a qualquer situação.

Um lance chamou atenção, e provocou maior descontrole por parte dos santistas. Valência estava caido no chão, aguardando substituição, e próximo dele uma falta foi marcada para o time catarinense. Ora, com bola parada e atleta ao chão, o árbitro permitiu reinício de jogo, quase pisou em cima do jogador santista, e propiciou que o ataque, surpresa, quase resultasse em gol. Foi notória falta de fair-play. Revolta santista e o treinador santista, expulso.

Caberia, sim, nesta situação, na tentativa de proveito de situação, com adversário inferiorizado numericamente, advertência até com cartão ao capitão da equipe que cometeu atitude anti esportiva. Mas onde está escrito isso? Em lugar nenhum, mas esperava-se atitude e bom senso do árbitro. O treinador catarinense não se posicionou, e no mínimo deveria pedir desculpa ao banco santista, e orientar seus comandados que na próxima posse de bola, a cedesse ao Santos. Lamentável. No segundo tempo, o Santos agiu de forma semelhante, mas convenhamos, era o que merecia a Chapecoense.

Em campeonato de pontos corridos, somar pontos é essencial, e hoje o Santos encarou um adversário no qual era para arrancar três pontos, e mais três no returno, até porque, me parece que a Chapecoense será uma das equipes rebaixadas ao final das 38 rodadas. Falhou o Santos, e por sorte, ninguém disparou na ponta do Brasileirão. Mesmo com salários e premiações quitadas pela diretoria santista, no meio de semana, não houve motivação maior para vencer. Robinho errou muitos passes, e ficou evidente que tanto Valência quanto Chiquinho não podem ser titulares.

Agora, é tentar na quarta rodada, domingo 11 horas da manhã na Vila Belmiro, contra o Sport, a vitória que não veio hoje. Vencer em casa é fundamental para quem deseja ser campeão, ou se classificar para Libertadores/16.

Santos, nervoso,  perde em Santa Catarina para fraquíssima Chapecoense.

domingo, 3 de maio de 2015

Senhor Paulista!


Nos últimos dez anos o Santos esteve em nove finais de campeonatos paulista, conquistou seis títulos, 06/07/10/11/12 e hoje, sendo portanto, o maior vencedor do século do mais importante campeonato regional do Brasil. O São Paulo, clube grande da capital, não vence desde 2005, e o Palmeiras tem um título isolado de 2008. Assim, o Santos deu uma grande arrancada alcançando seu 21o. título paulista. Santos Futebol Clube, o Senhor Paulista.

Antes de Pelé e depois de Pelé, assim como depois de Robinho e depois de Neymar, a camisa branca do Peixe prova que os craques são fundamentais, mas o clube é bem maior, e as conquistas sem  os craques citados mostram que o Santos não é viúva de ninguém. De novo, com dois ou três jogadores acima da média, mas sobretudo com o elenco recheado de jovens valores, o time da Vila Belmiro ratifica sua capacidade de revelar e apostar nos jovens.

Assim, com um time mesclado, e com um treinador novato, com salário longe dos "professores" medalhões, a diretoria santista herdou um clube a beira de uma campanha vexatória, e colocou a casa em ordem. Resultado, Santos Campeão Paulista de 2015. A aposta era de que o alvinegro seria a quarta força de São Paulo, mas o jogo é jogado dentro das quatro linhas, e não basta ter os maiores e mais bonitos estádios, se o futebol não está na dimensão dos gigantes de concreto.

Ricardo Oliveira fez o segundo gol do Santos. Artilheiro do Paulistão.
Hoje, na Vila Belmiro, o Santos venceu o Palmeiras por dois gols a um, e provocou uma decisão por pênaltis. Confesso que temi pelos cobradores anunciados por parte de Marcelo Fernandes. Dois jovens zagueiros e um lateral, que acho nunca haviam batido um pênalti no futebol profissional, assumiram a responsabilidade, e Lucas Lima jogou a pá de cal no time esmeraldino. Não teve Fernado Prass que mudasse a história. Tinha tudo para dar errado, mas, mesmo sem cobranças de Robinho, Elano, Ricardo Oliveira, craques experientes, o Santos provou que a qualidade e a tranquilidade pode sim, ser novata, basta ter competência. Sem errar nenhum pênalti, o Santos conquistou a taça.

Um detalhe chamou a tenção no intervalo do jogo. A exemplo de 1995, portanto há vinte anos, o Santos preferiu permanecer no gramado, como fizera contra o Fluminense na semifinal do brasileiro daquele ano. Deu certo. O Palmeiras se atrasou para entrar em campo e saiu rapidinho para os vestiários após o 45 minutos iniciais, isso mostra que havia um só time com vontade de jogar, e ser campeão.  A Vila, acanhada para a imprensa paulista, foi hoje, o maior dos estádios, pois a força e emoção do torcedor santista, mostraram ao mundo do futebol quem é o Senhor Paulista!  

O Santos venceu o Palmeiras por 4 a 2 nos pênaltis, depois de triunfar por 2 a 1 no tempo normal, e conquistou o Campeonato Paulista de 2015 Foto: Paulo Whitaker / Reuters
Os santistas fizeram a festa na Vila Belmiro. Peixe Campeão Paulista 2015
O Santos venceu o Palmeiras por 4 a 2 nos pênaltis, depois de triunfar por 2 a 1 no tempo normal, e conquistou o Campeonato Paulista de 2015 Foto: Paulo Whitaker / Reuters
Na expressão dos palmeirenses e no modo de levar a taça, a frustração.

domingo, 26 de abril de 2015

segunda-feira, 13 de abril de 2015

14 de abril, uma data marcante do futebol

Nesta terça-feira, 14 de abril, o Santos Futebol Clube  completa 103 anos de fundação. Falar do brilhantismo do clube, e de todas as conquistas e primazias do futebol do alvinegro da Vila Belmiro é desnecessário, já que qualquer torcedor do mundo do futebol sabe do cartel do Peixe. Gigante desde 1912, soberano nas décadas de 50 e 60, até hoje o time que teve o maior jogador de futebol de todos os tempos, parece mesmo nascido para glória.

Mas, se é desnecessário falar de todas as conquistas do Santos, cabe lembrar que sua fundação, no início do século passado, coincidiu com o naufrágio do navio Titanic. A noite de 14 de abril de 1912 ficaria marcada para sempre. Também em 14 de abril, mas em 1895, portanto há exatos 120 anos, na várzea do Carmo, no Brás, em São Paulo, foi realizada a primeira partida de futebol no Brasil de forma organizada, entre os funcionários da Companhia de Gás de São Paulo e da Companhia Ferroviária de São Paulo.  

O destino trágico de um navio que partiu da Inglaterra, em sua viagem inaugural e inacabada, coincide, na origem, com a chegada do futebol no Brasil, pois também partiu da Inglaterra o jovem Charles Miller, com uma bola, pares de chuteiras e uniformes usados, além de um livro com as anotações de regras. Chegava ao Brasil o futebol. Portanto, é bem significativa a data de 14 de abril, e não por acaso, o Santos Futebol Clube ganhou a dimensão que tem, acreditem ou não.

De Arnaldo Silveira, autor do primeiro gol do clube, até hoje, inúmeros craques passaram pelo Peixe. Seria possível relacionar todos, em todos os tempos, mas não é preciso, pois cada um tem uma história magnífica e mereceriam um relato a parte. Os torcedores do Santos Futebol Clube se orgulham da história, se recordam das conquistas e mantêm viva a emoção de ser SANTOS, SEMPRE SANTOS!  

Parabéns SANTOS FUTEBOL CLUBE, time de Pelé, time que anotou mais gols em todo o mundo, time que parou guerra, campeão da técnica e da disciplina. 14 de abril, a data mais importante para o futebol e para o Santos. 
              
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Esta foto, é a formação clássica do maior time de todos os tempos.
Em pé: Lima, Zito, Dalmo, Calvet, Gilmar e Mauro
Agachados: Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe.
                                   



terça-feira, 7 de abril de 2015

QUANDO 7 X 1 É MESMO UM PLACAR ETERNO!

Alguns resultados no futebol  ficam realmente eternizados. Recentemente a derrota brasileira na Copa de 2014 para Alemanha, é um desses resultados, que não se perderá no tempo e na memória. Por isso,voltando bem no tempo, e fato é para sempre, portanto eterno, houve um encontro entre Santos e Corínthians pelo Campeonato Paulista de 1932, e o resultado final foi de 7 a 1 para a equipe das praias.

O jogo, realizado em Vila Belmiro, na tarde de 8 de maio de 1932, foi precedido de outro jogo, entre os mesmos clubes. Era preliminar válida pelo segundo quadro ( mas também pelo Paulista da categoria), e o Santos igualmente goleou por 6 a 4. Portanto, o time da capital tomou o trem de volta com 13 gols na sacola.

O mês de maio, no início dos anos 30, não é de boa lembrança para os corintianos. Em 6 de maio de 1931, o futuro Timão perdeu no Rio de Janeiro, para o Botafogo, pelos mesmos 7 a 1.  A derrota santista em 2005, também ficou marcada, ainda que digam que os jogadores queriam derrubar o técnico Nelsinho Batista. Não tem desculpa.

Passado a limpo a história, cada vez que a torcida ver na arquibancada a faixa famosa "ETERNO 7 a 1", precisa saber a qual resultado o amigo torcedor está se referindo. De Feitiço e Camarão, até Carlito Tevez, jogou um tal de Pelé, e aí, bem sabemos, a história a ser contada tem muitos outros capítulos.


O Jornal A TRIBUNA DE SANTOS, noticiou em 9 de maio de 1932, a esmagadora vitória santista sobre o time da capital. Feitiço (3), Natinho (2), Lugu e Victor, marcaram para o Santos. Staffen descontou para o Corínthians.

domingo, 5 de abril de 2015

Sem chocolate Santos amarga Páscoa corintiana

Não foi o domingo de Páscoa que os torcedores corintianos desejavam. O Timão teve que amargar um empate com o Peixe, hoje no Itaquerão. Não houve chocolate, como muitos diziam. O Santos permaneceu invicto em clássicos em 2015, e o adversário, insiste em se firmar como invicto na temporada, esquecendo que perdeu amistoso nos Estados Unidos, em janeiro.

Bem, mas no clássico da tarde de hoje, em casa, era natural que o Corinthians pressionasse no início, mas aos poucos, e principalmente no segundo tempo, o time da baixada mostrou que pode se dar bem, seja quem for o adversário da etapa seguinte do Paulistão.

Vladimir se destacou, com habilidade e sorte, e a defesa se comportou bem, assim, o Santos freiou a volúpia desordenada do Corinthians. O meio campo santista sentiu a "ausência" de Elano e os passes errados de Lucas Lima. Na frente, Robinho fez o que sabe e Ricardo Oliveira mostrou presença na área.

Ao final, em entrevista para TV, Sheik mostrou aquelas oportunidades em que é melhor ficar calado. Se disse vítima de jogadas duras, quando na verdade, bem sabemos seu caráter e comportamento nas quatro linhas. Poderia ter colocado um ovo na boca, a falar besteira.

Finalmente, o time da capital mostrou que não está tão bem assim, como diz grande parte da imprensa. Os adversários do Paulistão permitem uma invencibilidade, sem muito esforço. Na Libertadores, exceto a vitória na Argentina contra o San Lorenzo, venceu o fraquíssimo Danúbio duas vezes, e o São Paulo, em casa. Então, devagar com o andor que o santo é de barro.

E um recado ao desavisado torcedor que insiste em mostrar a faixa "eterno 7x1". Eterno mesmo, pois em 8 de maio de 1932, o Santos aplicou o mesmo placar no adversário, na Vila Belmiro, em jogo pelo Paulistão daquele ano. Não dá mesmo para esquecer! Boa Páscoa!

De cabeça, Ricardo Oliveira empata. Sabor amargo para o Timão. 


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Receio de violência preocupa PM e MP


A PM alertou o Ministério Público, e a Federação Paulista de Futebol, sobre a possibilidade de confronto entre torcidas do Santos e do Corinthians. Ocorre que, neste domingo às 16 horas, o clube da capital joga no Itaquerão, e, às 18h30, o Peixe estará no Pacaembú enfrentando a Linense. Preocupação pertinente, por tudo o que já sabemos sobre os elementos que compõem as torcidas organizadas. Sim, porque o cidadão do bem, que vai só, ou com família e amigos, longe passa da ameaça de ser um baderneiro.
Tudo certo. A PM cantou a bola, mas, então perdemos definitivamente o controle sobre a  situação? Primeiro, dentro dos estádios acho que a PM só deveria agir, e estar, em casos extremos, como em qualquer evento esportivo ou de outra natureza. Quem promove e  organiza o campeonato é quem deveria cuidar da segurança. Fora das praças esportivas, a autoridade pública deve agir, mesmo assim se algo ocorrer. Não acho que o serviço público deva estar à disposição para um evento de cunho privado.
Mas o que fazer então se não funciona assim? Esvaziar os estádios e permitir somente público pela televisão? Claro que não, seria o atestado de incompetência total, de todos nós. Mandar um jogar a quilômetros de distância um do outro, ou jogo de torcida única, também não me parecem a melhor solução. A nossa Constituição permite muita coisa, como por exemplo, a formação “social” das organizadas. E aí está o “x” da questão. Enquanto o MP não encontrar uma fórmula de dissolver e extinguir de vez as quadrilhas que assombram o futebol, o placar anunciado dos jogos  vai incluir, infelizmente, quantos mortos e feridos para cada lado.


Imagens de violência ainda comprometem o futebol
 

domingo, 19 de outubro de 2014

Santos confirma no verde sem margem de erro

A boa fase do Peixe, excluindo a derrota em Criciúma, mostra um time subindo nas intenções para uma vaga na Libertadores. Sem contar que está na semifinal da Copa do Brasil, o alvinegro santista soma pontos no Brasileirão, e espera, além de manter série de vitórias, alguns tropeços da turma da frente na tabela.

Hoje, no Pacaembú, mesmo palco onde na quinta-feira goleou o Botafogo por 5 a 0, o Santos não tomou conhecimento da evolução da equipe esmeraldina. Mesmo com Valdívia correndo muito em campo, o contra ataque santista tratou de mostrar quem tinha mais qualidades em campo. Primeiro com Geuvânio, e depois com Gabriel, o Santos fez 2 a 0 no primeiro tempo. As duas jogadas de gol tiveram início com Lucas Lima, destaque da ascensão santista pelas mãos de Enderson Moreira.

No início do segundo tempo, logo o Santos tratou de sepultar qualquer possibilidade de reação palmeirense. Em posição irregular, mas só possível de avaliar pela TV, Gabriel aproveitou lançamento de Geuvânio e saiu cara a cara com Fernando Prass. Daí pra frente foi só tocar a bola, e Robinho mostrou que sua experiência e habilidade ainda podem ajudar bastante o Peixe. O Palmeiras ainda diminuiu no fim, mas sem assustar.

Agora o Santos enfrenta, pela ordem, Fluminense na Vila, Chapecoense fora e Internacional, também na Vila Belmiro. Sete ou nove pontos podem levar o Santos para briga direta pela quarta vaga da Libertadores. No meio do caminho, tem o Cruzeiro, pela Copa do Brasil. O peimeiro jogo será no Mineirão.

Coincidência, ou não, sem Leandro Damião no time, o Santos tem se mostrado um time mais técnico e veloz. Botafogo e Palmeiras experimentaram esse futebol mais solto no ataque, de forma amarga. Com tudo isso, está na hora da torcida santista voltar a lotar a Vila Belmiro, já contra o Fluminense, qurta-feira próxima, 22 horas.
Nesse lance, Geuvânio abriu o placar no Pacaembú. Vitória santista, 3 a 1

terça-feira, 29 de julho de 2014

Renovação de Gabigol deve ser prioridade no Santos

O atacante Gabriel Barbosa, principal destaque do Santos na temporada 2014, fez juras de amor ao Santos ao explicar que pretende renovar contrato com o clube paulista. No entanto, a revelação santista transferiu toda a responsabilidade para o Comitê Gestor do clube. O contrato de Gabigol termina em 30 de setembro de 2015.

"Eu deixo isso com o meu pai, com os meus empresários. Todo mundo sabe, minha família sabe, vocês sabem. O mundo inteiro sabe que eu quero ficar no Santos. Depende só do Santos. Eu deixo com eles. Deixo fazerem o papel deles, cuidarem da minha carreira. O meu interesse de ficar, todo mundo já sabe. Sou santista desde pequeno", afirmou Gabigol.

A revelação santista lembra que vive a melhor fase de sua carreira. Gabriel é o artilheiro do time nesta temporada. Em 31 jogos, foram 15 gols, quatro deles no Campeonato Brasileiro. No total, o atacante marcou 17 gols em 47 partidas pelo Santos.

"É o melhor momento que tenho no Santos. Fazendo gols. O time está muito bem. Não tem porque sair daqui, mas claro que não depende só de mim. Isso não é comigo. Eu tenho que jogar futebol, fazer o que tenho que fazer. Se está demorando isso já é com eles", disse.
A diretoria do Santos não poupou esforços no início das negociações para renovar o contrato de Gabriel Barbosa. 

O atleta recebeu um aumento de salário e premiação de 100%. O reajuste foi concedido nos direitos de imagem (maior parte) e também na CLT (Consolidação das Leis de Trabalho), popularmente conhecida como carteira profissional. Gabriel tinha um dos salários mais baixos do elenco, inferior a atletas que sequer são titulares do time de Oswaldo de Oliveira. 

Por conta disso, a diretoria santista concedeu o aumento para conduzir as negociações de renovação contratual de uma forma tranquila. A multa rescisória para o futebol exterior está avaliada em 50 milhões de euros (aproximadamente R$ 153 milhões). A carreira de Gabigol é gerenciada pelo empresário Wagner Ribeiro, o mesmo de Neymar.

Além da facilidade de marcar gols, os europeus ficaram encantados com a versatilidade do atleta. Em 2014, sob o comando de Oswaldo, ele já atuou em todas as posições do setor ofensivo do Santos. Gabigol já foi escalado como meia-armador, centroavante e atacante pelos dois lados do campo.
uol.com